Bem antes demais quero deixar uma breve introdução/explicação do porquê deste blog. Não é minha intenção gabar ou difamar seja quem for com as histórias da minha vida, mas sim recordar, gravar e partilhar todas as aventuras que vivi e acreditem que foram tantas que até se torna difícil recordar-me de todas. Desde já quero salientar que todas as histórias são reais e claro todas têm mais do que uma versão eu apenas conto a minha. As histórias vão ser contadas sem qualquer ordem cronológica simplesmente por factos que se passam no dia a dia e me vão fazendo recordar momentos passados. vou usar alcunhas para não ferir ninguém, portanto se te trato por uma alcunha usada nos meus textos é muito provável que esteja a falar de ti e por isso não leves a mal.
Se sentires algum tipo de sentimento com o que leres fica desde já à vontade para deixar a tua marca. No mínimo uma vez por semana haverá uma história nova. não deixes de espreitar !!! ;-)
Bjs e abraços do Preto

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Residência de estudantes. (continuação)

Olá amigos seguidores e curiosos, cá estou eu para mais uma história.

No meio de muitas histórias e aventuras em Penela, a primeira que me vem à cabeça é sem dúvida o único dia da minha vida em que tive um blackout de memória e sinceramente não me lembro de nada entre a hora de almoço e a hora de jantar. O pouco de que vou falar são coisas que me contaram e algumas que tenho uma vaga ideia.
Tudo começa, como todos os dias começavam, a seguir ao pequeno-almoço no café dos mortos (nome dado porque o café ficava ao lado do cemitério). Este era sempre o nosso problema: havia dias em que entrávamos, tomávamos café e íamos para a escola, o grande stress era se um de nós se lembrava que era uma boa hora para beber e aí qual aulas qual quê já só íamos à escola para cravar uns trocos se nos faltasse a nota. Este dia foi diferente, eu tinha arranjado uns comprimidos muito interessantes que misturados com álcool, constava-se, davam uma moca enorme (como devem compreender não vou falar no nome dos comprimidos para não dar ideias aos mais novos). Lembro-me que ao todo tinha 5 comprimidos, tomei um e bebi uma cerveja. Comigo estavam o Beto e o Noca (nomes fictícios) e cada um deles tomou um também. A verdade é que passado meia hora eles estavam muito pedrados e eu parecia que não tinha tomado nada. Mais uma cerveja, mais um comprimido e moca nada. Bem... Farto de os ver a falarem bem daquilo e eu sem sentir efeito nenhum, toca a tomar o terceiro e último comprimido e mais uma cerveja. De seguida, e ainda sem moca, decidimos ir até ao bar da piscina. A partir daqui todas as recordações deste dia não passam de uma mistura de lembranças estranhas e sem sentido. Lembro-me que pelo caminho encontrámos a minha namorada, a Pulguita, que foi connosco para o bar. Ao chegarmos, começámos logo nas canecas de cerveja e cheira-me que foi isso que fez com que o efeito dos comprimidos se sentisse. No bar da piscina não me lembro sequer de ter acabado de beber a primeira caneca; não me lembro da hora de almoço e a recordação que tenho a seguir é de estar no Baco Bar, no fim de almoço, a ter uma discussão estúpida, que nem o tema me lembro, com a Pulga e a Lúcia. Depois lembro-me de estar nas traseiras do castelo na má vida com a Pulga e de me ter virado para ela e ter dito para irmos embora que estava a começar a chover. Só para que fique registado estava um calor enorme e pelo que ela me disse no dia a seguir eu nem o orgasmo atingi, simplesmente vesti-me e fomos embora. Depois disso, lembro-me de serem umas 10 da noite e estar dentro do chuveiro vestido a tomar banho de água fria com o Beto a agarrar-me para não sair. Foi aí que tudo passou e que fiquei chocado por não me lembrar de nem um terço do que se passou. O dia seguinte foi um dia de descobertas, passei o dia todo a ouvir histórias estranhas sobre mim que mais parecia que estavam a falar de outra pessoa. Certo é que foi uma experiência para nunca mais repetir, por mais que me dissessem que a culpa foi minha devido ao excesso de comprimidos e de álcool. Comprimidos e álcool nunca mais, isso vos garanto…

Beijos e abraços para todos.

P.S: Um muito especial para os que fizeram parte deste dia. Pessoas que já não vejo aos anos e que me marcaram e muito. Obrigado Beto que saudades tuas, Noca tas lá e Pulga obrigado e desculpa por tudo o que te fiz passar…

5 comentários:

  1. Bem.... Que mistura!!! Mas estou curiosa para saber o que se passou durante o tempo que não te lembras. Por isso faço um apelo a quem souber o que se passou para contar tudo, sem deixar nada de fora ;)
    Ah e já agora também quero saber mais histórias das traseiras do castelo. Pelos vistos era um lugar movimentado!!! Eheheheheeh

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  2. llooll é só ficares atenta prometo umas bem interessantes nas traseiras do castelo... mas cuidado só pra maiores de idade ;-)

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  3. Auuuuuuh!
    Ganda Maluco!!!
    Eh pah!, esta história ou estória, faz-me lembrar, um episódio no dia 24 de Novembro de 1990 (nunca mais me esqueci do dia...), em que apanhei uma brutal bebedeira e não me lembro de nada a não ser no inicio da noite, O Lívio que estava comigo, ficou a dormir no Quintalão, só no dia seguinte quando as pessoas se riam para mim e me perguntavam se estava melhor, e depois me contaram ( até o fotografo da Foto Conimbriga em Condeixa tirou fotos (não me lembro do nome), por isso imagina!!!, foi tão grande que nem conto as figuras que fiz, a tua irmã Paula apanhou uma seca comigo que nem te digo!!!hehehehehe
    Talvez um Dia, ainda estou para perceber porque não fiu preso por atentado ao Pudor, para ficares com uma ideia...

    Um UIVO

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  4. ...uma vergonha os meus manos!!!hehehe!Grande abraço aos 2!

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  5. o mano tou a ver que o mal é de familia llooll so falta o mano do meio se perder, mas ele é mais de ficar de joelhos na casa de banho llooll

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