Ora viva meus amigos e seguidores.
Hoje gostava de vos fazer um pouco de publicidade gratuita. E o porquê disto agora? Perguntam vocês…
É simples, vou fazer publicidade a um bar onde me sinto em casa. O ambiente, a música, o dono… É, sem sombra de dúvidas, o espaço nocturno com que mais me identifiquei ao longo destes anos de borga llooll
Estou a falar do Púcaros Bar, que fica situado em Miragaia, no porto. Ora para quem já teve o prazer de visitar este bar sabe do que estou a falar. Paredes em pedra com mesas e cadeiras de madeira, madeira essa com marcas das últimas cheias mas que lhes dá um ar de antiguidade fantástico. Em cima das mesas, uma simples vela que deixa um ar romântico e reservado, a decoração é feita com obras de arte de diversos artistas que as expõem por todo o bar. A casa com a melhor sangria do porto, é sem dúvidas um espaço brutal para estar umas horas em “família”. Mas o que torna este bar realmente único é o Sr. Carlos, o proprietário, o típico homem do norte que não poupa nas asneiras, mas que tem um coração do tamanho do mundo. Estima todos os clientes como se fossem amigos de longa data mesmo que seja a primeira vez que entrem na casa. É brincalhão, é revolucionário, é simpático, é carinhoso, é uma jóia de pessoa…
Conheci o Púcaros há 3 anos e desde esse dia que fiquei apaixonado!! A publicidade que faço é gratuita mas acreditem que depois de o conhecerem até vocês a vão fazer llooll
Bem para ficarem com uma ideia, aqui fica uma breve história sobre o Sr. Carlos e o Púcaros…
Uma das primeiras vezes em que fui ao Púcaros, fui acompanhado pela Soneca e pelo meu Padrinho. Tínhamos estado na ribeira a beber um vinho tinto e decidimos ir mostrar ao Padrinho aquele belo espaço do qual ele já estava farto de ouvir falar.
O vinho tinto dá-me uma sede terrível lol e ao chegar ao Púcaros pedimos o habitual -SANGRIA. Bem, depois das brincadeiras de sempre - os abraços, os beijinhos, as piadas do Sr. Carlos - chegou o momento de pedir o que queríamos beber.
- Sr. Carlos é o costume. - diz a Soneca.
- Com 3 púcaros? - pergunta o sr. Carlos.
- Sim, mas traga-me também uma garrafinha de água, se faz favor. - digo eu, sem saber onde me estava a meter…
Neste momento, o Sr. Carlos parou de rir, ficou extremamente sério a olhar para mim. E diz:
- Queres água para quê? Oh c’um caralho! Toma banho em casa, ó caralho! Vem para aqui para se lavar, é? Foda-se ainda vai lavar os colhões aqui no meio do bar!! llooll
Assim se criou uma bela amizade. Não há mês que não lhe faça uma visita e não há vez nenhuma em que não seja bem recebido com um abraço, um sorriso na cara e um palavrão na língua.
Sr. Carlos, Obrigado!!
Grande abraço
PS: “Sai uma água com gás com sabor a limão, se faz favor!”
“Paneleiragem do caralho, agora com a lei do lado deles estamos fodidos! Ou é água ou sumo, qual misturas estranhas! Tou fodido!!!” (Sr. Carlos)
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Perseguidora
Olá meus amigos e seguidores
Cá estou eu para mais uma história, mas antes de mais deixem-me pedir desculpas por este período de ausência. Se não houver inspiração, por mais que se tente, não sai nada. Mas vamos ao que nos trouxe cá… lol Esta história é uma das cenas mais caricatas que alguma vez tive com o sexo feminino…
Não me lembro muito bem como mas conheci uma menina muito girinha aqui do Porto. Trocámos umas mensagens por telemóvel até que decidimos encontrar-nos.
O primeiro encontro correu muito bem: falámos muito, trocámos alguns amassos e pouco mais. No segundo encontro má vida llooll e os problemas começaram quando a fui levar a casa. No meio da conversa ela disparou isto:
- Sou casada e tenho uma filha…
- Tudo bem. Foi uma vez sem exemplo, não se volta a repetir. - Disse eu muito convicto.
Responde ela:
- Nada disso, o meu casamento está mal… Eu quero divorciar-me e quero ir morar contigo…
Bem, antes de continuar este diálogo deixem-me frisar que nos conhecíamos há uma semana…
- Tás bem?!?!?!?!? Tipo mal me conheces, além de que deixei bem claro que não ia passar de nada casual!! - Respondi eu…
Bem, ela saiu com uma fúria do meu carro, bateu a porta de uma maneira que mais parecia um portão de uma quinta llooll e nunca mais a vi…
Claro que se fosse só isto não tinha piada nenhuma lol
A partir desse dia ganhei uma perseguidora. Ficava à minha espera à porta de casa, ia à minha procura no trabalho e mesmo depois de saber que tinha começado a namorar continuou sempre com telefonemas e mensagens.
“E como isto tudo acabou?” Perguntam vocês…
Seus cuscos lol acabou com um corte à preto llooll
Ela ligou-me e disse:
- Quero ver-te, tenho saudades tuas…
- Mas o que é que queres? Já te disse que eu namoro, deixa-me em paz…
- Por favor…
-É pinar que queres?
- Sim é…
- Ok. Vou-te buscar, fazemos o que temos a fazer e xau… Não há conversa não há nada. Sexo e xau…
- Xau!!!!
E nunca mais a vi llooll
Só me meto com gente doida llooll
Beijinhos do preto
Cá estou eu para mais uma história, mas antes de mais deixem-me pedir desculpas por este período de ausência. Se não houver inspiração, por mais que se tente, não sai nada. Mas vamos ao que nos trouxe cá… lol Esta história é uma das cenas mais caricatas que alguma vez tive com o sexo feminino…
Não me lembro muito bem como mas conheci uma menina muito girinha aqui do Porto. Trocámos umas mensagens por telemóvel até que decidimos encontrar-nos.
O primeiro encontro correu muito bem: falámos muito, trocámos alguns amassos e pouco mais. No segundo encontro má vida llooll e os problemas começaram quando a fui levar a casa. No meio da conversa ela disparou isto:
- Sou casada e tenho uma filha…
- Tudo bem. Foi uma vez sem exemplo, não se volta a repetir. - Disse eu muito convicto.
Responde ela:
- Nada disso, o meu casamento está mal… Eu quero divorciar-me e quero ir morar contigo…
Bem, antes de continuar este diálogo deixem-me frisar que nos conhecíamos há uma semana…
- Tás bem?!?!?!?!? Tipo mal me conheces, além de que deixei bem claro que não ia passar de nada casual!! - Respondi eu…
Bem, ela saiu com uma fúria do meu carro, bateu a porta de uma maneira que mais parecia um portão de uma quinta llooll e nunca mais a vi…
Claro que se fosse só isto não tinha piada nenhuma lol
A partir desse dia ganhei uma perseguidora. Ficava à minha espera à porta de casa, ia à minha procura no trabalho e mesmo depois de saber que tinha começado a namorar continuou sempre com telefonemas e mensagens.
“E como isto tudo acabou?” Perguntam vocês…
Seus cuscos lol acabou com um corte à preto llooll
Ela ligou-me e disse:
- Quero ver-te, tenho saudades tuas…
- Mas o que é que queres? Já te disse que eu namoro, deixa-me em paz…
- Por favor…
-É pinar que queres?
- Sim é…
- Ok. Vou-te buscar, fazemos o que temos a fazer e xau… Não há conversa não há nada. Sexo e xau…
- Xau!!!!
E nunca mais a vi llooll
Só me meto com gente doida llooll
Beijinhos do preto
sábado, 19 de junho de 2010
verão de 94 - continuação
Olá amigos e seguidores
Hoje escrevo-vos do Zoo S. Inácio e, enquanto espero que a minha hora de almoço passe, resolvi continuar a última história sobre o verão de 94. Continuando…
Numa dessas noites em que mordia uns pescoços e roubava uns goles das bebidas por uma palhinha, conheci uma miúda de Torres Vedras. Menina essa que quando tentei morder o pescoço me respondeu:
- Deixo sim senhora mas com 2 condições: primeiro é o único pescoço que vais morder o resto da noite e segundo quando o sol estiver a nascer e tiveres de te refugiar levas-me contigo para conhecer o teu sarcófago…
O meu pensamento depois disto: ALELUIAAAAAAA llllllllllllooooooooooooollllllllllllllll estava a ver que a história nunca mais colava llooll
Depois de muita risada, resolvemos ir até à Stress less (uma das Discos). Ela estava acompanhada de mais 4 amigas, o Peninha ficou todo contente e teve sorte pois atrelou-se a uma delas e teve companhia até ao fim das férias. Eu já não tive a mesma sorte… Ao sairmos da Disco percorremos a pé um longo caminho até ao parque de campismo, caminho esse que serviu para as perguntas da praxe:
- De onde são? Até quando ficam cá? O que fazem? E a pior de todas… que idade têm?
-18 ou 19 (já não me lembro bem) respondeu de pronto o Peninha e eu calado que nem um rato. lol
O resto da noite correu muito bem, fomos para a praia os dois sozinhos (eu e a rapariga de Torres Vedras) até o sol nascer e depois fui conhecer o caixão dela. llooll O pior foi que o Peninha lembrou-se de comentar com a companhia dele que eu tinha 14 anos, no dia a seguir foi o diabo para a aturar, mas que fique bem ciente que nunca disse que tinha 18. llloolll
Ahhhhhhhh é verdade lembrei-me de uma coisa. E tu mana??!! Hum ficaste a pão e água? Não me lembro….
Do resto das férias falta salientar 2 aspectos:
1º - só fomos à praia obrigados pela minha irmã e o Peninha ia de botas da tropa, calções de ganga e t-shirt cavada llooll não me lembro de ninguém estar tão branco como ele no fim das férias de verão…
2º - a sessão de Sadomasoquismo na Stress less com umas miúdas em lingerie preta de cabedal e chicotes, que não passava de um show erótico, ter sido interrompida pelos punks de Cantanhede que subiram ao palco cheios de alfinetes espetados nos braços e que roubaram o chicote das miúdas e começaram a bater uns aos outros llloolll
Foram assim as minhas férias de verão de 94
Beijos e abraços até breve
Hoje escrevo-vos do Zoo S. Inácio e, enquanto espero que a minha hora de almoço passe, resolvi continuar a última história sobre o verão de 94. Continuando…
Numa dessas noites em que mordia uns pescoços e roubava uns goles das bebidas por uma palhinha, conheci uma miúda de Torres Vedras. Menina essa que quando tentei morder o pescoço me respondeu:
- Deixo sim senhora mas com 2 condições: primeiro é o único pescoço que vais morder o resto da noite e segundo quando o sol estiver a nascer e tiveres de te refugiar levas-me contigo para conhecer o teu sarcófago…
O meu pensamento depois disto: ALELUIAAAAAAA llllllllllllooooooooooooollllllllllllllll estava a ver que a história nunca mais colava llooll
Depois de muita risada, resolvemos ir até à Stress less (uma das Discos). Ela estava acompanhada de mais 4 amigas, o Peninha ficou todo contente e teve sorte pois atrelou-se a uma delas e teve companhia até ao fim das férias. Eu já não tive a mesma sorte… Ao sairmos da Disco percorremos a pé um longo caminho até ao parque de campismo, caminho esse que serviu para as perguntas da praxe:
- De onde são? Até quando ficam cá? O que fazem? E a pior de todas… que idade têm?
-18 ou 19 (já não me lembro bem) respondeu de pronto o Peninha e eu calado que nem um rato. lol
O resto da noite correu muito bem, fomos para a praia os dois sozinhos (eu e a rapariga de Torres Vedras) até o sol nascer e depois fui conhecer o caixão dela. llooll O pior foi que o Peninha lembrou-se de comentar com a companhia dele que eu tinha 14 anos, no dia a seguir foi o diabo para a aturar, mas que fique bem ciente que nunca disse que tinha 18. llloolll
Ahhhhhhhh é verdade lembrei-me de uma coisa. E tu mana??!! Hum ficaste a pão e água? Não me lembro….
Do resto das férias falta salientar 2 aspectos:
1º - só fomos à praia obrigados pela minha irmã e o Peninha ia de botas da tropa, calções de ganga e t-shirt cavada llooll não me lembro de ninguém estar tão branco como ele no fim das férias de verão…
2º - a sessão de Sadomasoquismo na Stress less com umas miúdas em lingerie preta de cabedal e chicotes, que não passava de um show erótico, ter sido interrompida pelos punks de Cantanhede que subiram ao palco cheios de alfinetes espetados nos braços e que roubaram o chicote das miúdas e começaram a bater uns aos outros llloolll
Foram assim as minhas férias de verão de 94
Beijos e abraços até breve
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Verão de 94
Olá meus amigos e seguidores
Hoje esteve um dia brutal de sol, calor ainda não muito mas já deu um cheirinho a verão e por isso lembrei-me das minhas férias de verão de 1994. Em pleno Agosto de 94 eu ainda tinha os meus, já famosos, 14 anos. Nesse ano as minhas férias foram um pouco diferentes do que estava habituado. Passei, sem querer mentir visto não ter a certeza, 15 dias na praia do Pedrógão com a minha mana Parrocas e o Peninha e que 3 se juntaram. Foram umas férias inesquecíveis que me marcaram muito.
Os meus pais, na altura, tinham uma roulotte que deixavam ficar o verão todo no Pedrógão e assim podiam ir passar todos os fins-de-semana à praia visto que tirar férias para eles era complicado - não nos podemos esquecer que os meus pais são donos de uma papelaria e a época alta de vendas é o verão por causa dos livros escolares. Assim sendo naquele ano fomos os 3 sozinhos passar férias, sim passar férias porque praia mal chegamos a ir llooll noite muita noite e só íamos à praia em último recurso e quando a minha irmã nos dava um ultimato llooll.
NOITE llooll as nossas noites, meu deus que medo!!! Antes de mais todos nós, para quem não se lembra desta altura, tínhamos um estilo muito próprio de vestir punk ou rock and roll, ou seja, sempre vestidos de preto, com calças juntas, a camisa com as golas no ar, o cabelo puxado para trás, etc, etc, etc. A juntar a isto o Peninha decidiu pintar os olhos tipo máscara porque, dizia ele, assim as pessoas não o olhavam directamente nos olhos e ele sentir-se-ia muito melhor. Ao entrarmos no Casino (nome de um bar tipo disco no Pedrógão) tínhamos logo um ritual, eu e o Peninha bebíamos a primeira bebida a pagar e depois passávamos a noite toda com uma palhinha na boca a beber dos copos de todas as meninas que entrassem na brincadeira llooll. Perguntávamos se podíamos e sem dar tempo de resposta já tínhamos a palhinha dentro do copo, era só entrar na brincadeira e logo se via onde ia parar. Não é preciso dizer que não podíamos andar os dois juntos para não parecer mal. Deixem-me que vos diga que naquela altura, sim, era curtir. Claro que havia estrondos mas mesmo com esta lata toda não me lembro de nenhuma discussão com ninguém.
Bem outra das brincadeiras (ou formas de engate como quiserem chamar) que tínhamos era sermos vampiros, sim leram bem vampiros. Era tão simples como isto: púnhamos as golas da camisa bem para cima e o olhar de bad boy (certo pimpolha llooll) e dizíamos:
- Boas! Desculpa incomodar mas preciso de um favor teu… (nesta altura elas já estavam com um ar bem desconfiado e aí tinha de pôr um sorriso malandro ou safado llooll). É que eu sou um vampiro e preciso de morder 3 pescoços por noite. Ainda só mordi 1 e não pude deixar de reparar nesse pescoço lindo e não sei se consigo resistir…
Logo aqui arrancávamos uma gargalhada enorme da pessoa em causa e como era uma abordagem fora do normal a grande maioria simplesmente inclinava a cabeça de maneira a facilitar a dentada e claro que não me fazia rogado e mordia mesmo mas sempre com carinho. Outras desviavam o olhar e ignoravam e algumas davam conversa para o resto da noite. Ah e deixem que vos diga que mais de 3 pescoços eram mordidos por noite ;-)
Já me estou a alongar por isso aguardem pela parte 2 desta história…
Beijos e abraços do preto
P.S: atenção que estávamos em plenos anos 90 e o pessoal estava todo na boa sem medo de tarados, pedófilos, violadores ou ladrões.
P.S.2: o autor desta história são se responsabiliza pelos danos que poderão ocorrer nas tentativas de imitação (lembrem-se: nas trilogias, por norma, o melhor é sempre o primeiro filme) llllloooooolllll
Hoje esteve um dia brutal de sol, calor ainda não muito mas já deu um cheirinho a verão e por isso lembrei-me das minhas férias de verão de 1994. Em pleno Agosto de 94 eu ainda tinha os meus, já famosos, 14 anos. Nesse ano as minhas férias foram um pouco diferentes do que estava habituado. Passei, sem querer mentir visto não ter a certeza, 15 dias na praia do Pedrógão com a minha mana Parrocas e o Peninha e que 3 se juntaram. Foram umas férias inesquecíveis que me marcaram muito.
Os meus pais, na altura, tinham uma roulotte que deixavam ficar o verão todo no Pedrógão e assim podiam ir passar todos os fins-de-semana à praia visto que tirar férias para eles era complicado - não nos podemos esquecer que os meus pais são donos de uma papelaria e a época alta de vendas é o verão por causa dos livros escolares. Assim sendo naquele ano fomos os 3 sozinhos passar férias, sim passar férias porque praia mal chegamos a ir llooll noite muita noite e só íamos à praia em último recurso e quando a minha irmã nos dava um ultimato llooll.
NOITE llooll as nossas noites, meu deus que medo!!! Antes de mais todos nós, para quem não se lembra desta altura, tínhamos um estilo muito próprio de vestir punk ou rock and roll, ou seja, sempre vestidos de preto, com calças juntas, a camisa com as golas no ar, o cabelo puxado para trás, etc, etc, etc. A juntar a isto o Peninha decidiu pintar os olhos tipo máscara porque, dizia ele, assim as pessoas não o olhavam directamente nos olhos e ele sentir-se-ia muito melhor. Ao entrarmos no Casino (nome de um bar tipo disco no Pedrógão) tínhamos logo um ritual, eu e o Peninha bebíamos a primeira bebida a pagar e depois passávamos a noite toda com uma palhinha na boca a beber dos copos de todas as meninas que entrassem na brincadeira llooll. Perguntávamos se podíamos e sem dar tempo de resposta já tínhamos a palhinha dentro do copo, era só entrar na brincadeira e logo se via onde ia parar. Não é preciso dizer que não podíamos andar os dois juntos para não parecer mal. Deixem-me que vos diga que naquela altura, sim, era curtir. Claro que havia estrondos mas mesmo com esta lata toda não me lembro de nenhuma discussão com ninguém.
Bem outra das brincadeiras (ou formas de engate como quiserem chamar) que tínhamos era sermos vampiros, sim leram bem vampiros. Era tão simples como isto: púnhamos as golas da camisa bem para cima e o olhar de bad boy (certo pimpolha llooll) e dizíamos:
- Boas! Desculpa incomodar mas preciso de um favor teu… (nesta altura elas já estavam com um ar bem desconfiado e aí tinha de pôr um sorriso malandro ou safado llooll). É que eu sou um vampiro e preciso de morder 3 pescoços por noite. Ainda só mordi 1 e não pude deixar de reparar nesse pescoço lindo e não sei se consigo resistir…
Logo aqui arrancávamos uma gargalhada enorme da pessoa em causa e como era uma abordagem fora do normal a grande maioria simplesmente inclinava a cabeça de maneira a facilitar a dentada e claro que não me fazia rogado e mordia mesmo mas sempre com carinho. Outras desviavam o olhar e ignoravam e algumas davam conversa para o resto da noite. Ah e deixem que vos diga que mais de 3 pescoços eram mordidos por noite ;-)
Já me estou a alongar por isso aguardem pela parte 2 desta história…
Beijos e abraços do preto
P.S: atenção que estávamos em plenos anos 90 e o pessoal estava todo na boa sem medo de tarados, pedófilos, violadores ou ladrões.
P.S.2: o autor desta história são se responsabiliza pelos danos que poderão ocorrer nas tentativas de imitação (lembrem-se: nas trilogias, por norma, o melhor é sempre o primeiro filme) llllloooooolllll
segunda-feira, 10 de maio de 2010
A 3 é que é llooll
Boa noite meus amigos e seguidores. Hoje escrevo-vos de Guimarães sentado num banco de jardim. E do que eu me havia de lembrar... LLOOLL
Vou fazer uma mistura de dois temas: escutismo e as atribulações com o sexo feminino.
Nesta história vamos recuar até à minha altura de pioneiro (14 aos 18 anos). Nessa altura tinha um grupo bastante unido. Juntávamo-nos não só nos escuteiros mas também nos cafés ou na noite, acima de tudo éramos bons amigos e tudo servia de pretexto para termos uma actividade de escuteiros.
Esta história refere-se a uma das passagens que tivemos (passagens é o nome que nós escuteiros damos à cerimonia que se faz todos os anos no início do ano escutista e que se destina à partida dos elementos mais velhos para a secção seguinte, ou seja, à despedida dos elementos mais velhos e às boas vindas dos mais novos).
Não me consigo recordar do ano em causa mas lembro-me que nesse ano não fizemos nada de especial. Fizemos uma pequena cerimónia na sede e depois pernoitamos na casa de um de nós em Condeixa. Casa essa que se encontrava completamente vazia e por isso mesmo a noite foi passada na conversa até às tantas da manhã.
Ora até aqui nada de especial e a parte gira da história chega com a altura de dormir.
Para não variar, dormimos todos no chão e todos juntos.
Do meu lado esquerdo tinha o capinha (para não variar), do lado direito uma menina (o nome da menina fica no segredo dos deus) e ao lado dela estava o João (grande amigo e que saudades tuas). Chega para cá, chega para lá e às páginas tantas já estava embrulhado com a dita menina. Beijos, mãos marotas e pouco mais que isso (não nos vamos esquecer que estávamos numa sala cheia de gente). O estranho era que por vezes ela virava-me as costas, pensei eu para me provocar. Voltava-se a virar para mim e lá começava os beijos e as mãos marotas até voltar a virar novamente as costas… isto continuou durante algum tempo até que numa das partes das mãos marotas começaram a aparecer mãos a mais llooll
Resumindo cada vez que ela me virava as costas era para fazer o mesmo com o João. Escusado será dizer que não íamos passar dos beijos, logo acabou a noite sozinha porque como bons amigos que somos ambos desistimos …
Esta foi a “famosa” noite em que eu e o João fomos “comidos” pela mesma miúda ao mesmo tempo e sem sabermos. llooll isto há cada um llooll
Até breve
Mário preto
Vou fazer uma mistura de dois temas: escutismo e as atribulações com o sexo feminino.
Nesta história vamos recuar até à minha altura de pioneiro (14 aos 18 anos). Nessa altura tinha um grupo bastante unido. Juntávamo-nos não só nos escuteiros mas também nos cafés ou na noite, acima de tudo éramos bons amigos e tudo servia de pretexto para termos uma actividade de escuteiros.
Esta história refere-se a uma das passagens que tivemos (passagens é o nome que nós escuteiros damos à cerimonia que se faz todos os anos no início do ano escutista e que se destina à partida dos elementos mais velhos para a secção seguinte, ou seja, à despedida dos elementos mais velhos e às boas vindas dos mais novos).
Não me consigo recordar do ano em causa mas lembro-me que nesse ano não fizemos nada de especial. Fizemos uma pequena cerimónia na sede e depois pernoitamos na casa de um de nós em Condeixa. Casa essa que se encontrava completamente vazia e por isso mesmo a noite foi passada na conversa até às tantas da manhã.
Ora até aqui nada de especial e a parte gira da história chega com a altura de dormir.
Para não variar, dormimos todos no chão e todos juntos.
Do meu lado esquerdo tinha o capinha (para não variar), do lado direito uma menina (o nome da menina fica no segredo dos deus) e ao lado dela estava o João (grande amigo e que saudades tuas). Chega para cá, chega para lá e às páginas tantas já estava embrulhado com a dita menina. Beijos, mãos marotas e pouco mais que isso (não nos vamos esquecer que estávamos numa sala cheia de gente). O estranho era que por vezes ela virava-me as costas, pensei eu para me provocar. Voltava-se a virar para mim e lá começava os beijos e as mãos marotas até voltar a virar novamente as costas… isto continuou durante algum tempo até que numa das partes das mãos marotas começaram a aparecer mãos a mais llooll
Resumindo cada vez que ela me virava as costas era para fazer o mesmo com o João. Escusado será dizer que não íamos passar dos beijos, logo acabou a noite sozinha porque como bons amigos que somos ambos desistimos …
Esta foi a “famosa” noite em que eu e o João fomos “comidos” pela mesma miúda ao mesmo tempo e sem sabermos. llooll isto há cada um llooll
Até breve
Mário preto
domingo, 25 de abril de 2010
Casamento
Olá, olá meus amigos seguidores e curiosos!
Esta semana vou contar um momento delicado da minha vida, de quando estive casado! Sei que é um assunto controverso e que há mil e uma versões do que se passou, mas eu só vou tentar explicar a minha versão das coisas, sem nunca ser minha intenção difamar seja quem for.
Vamos começar pelo fim llooll acho que grande parte da culpa do meu divórcio é sem dúvida minha. Logo não estou aqui para arranjar desculpas pelo que aconteceu.
A meu ver, começámos mal e depois disso dificilmente íamos conseguir fazer alguma coisa. Não vou afirmar que não havia sentimento ou que houve traição, simplesmente ambos chegámos ao limite e tentámos resolver tudo da melhor maneira possível.
E começámos mal porquê? Simplesmente por mim! E foi esse o meu grande mal, quis mostrar a alguém que era capaz de arranjar alguém e que não ia ficar sozinho. E ela porque tinha um controle enorme em casa e o casamento era uma fuga a isso. Não vos digo que ambos fizemos isso de propósito mas na minha opinião foi isso mesmo que se passou. É lógico que eu gostava dela e acredito piamente que ela também gostava de mim. Agora se ambos gostávamos um do outro o suficiente para casar, pelo menos da minha parte, tenho dúvidas.
Estava magoado com o que tinha acontecido com a Nono (uma história para uma próxima) e lógico que não nos podemos esquecer da Soneca que também impulsionou o casamento (mais uma história llooll)
Não vos vou dizer que não gostei do meu casamento e muita gente me ouviu dizer que não há nada melhor que a vida de casado enquanto, logicamente, houver respeito, compreensão, amor e desejo. Tudo isso se foi perdendo com o tempo e quando as coisas deixaram de ser feitas com vontade e passaram a ser uma obrigação tudo ficou pior. Houve muitas contradições que nunca consegui entender e situações que me magoaram muito. Posso dar dois exemplos, só para não haver dúvidas do que estou a falar.
Contradições: no início não podia sair sem ela porque éramos casados e não tinha lógica, o meu dever era se ela estava cansada ficar ao lado dela. Mesmo quando supostamente era uma noite combinada por todos, em que eu ia sair com os meus 2 manos, onde nunca nada aconteceu de mal e eles estão cá para confirmar isto. Mas quando foi ela a arranjar amigas para sair já podia ir sozinha, de tal maneira que quando era eu a querer ir beber um copo ela nunca tinha disposição para ir comigo.
Mágoa: a morte da minha avó. Todas as lágrimas que chorei foram sozinho porque ela disse que não ia fazer nada para o velório quando podia ficar em casa a ganhar uns trocos.
Duas das pequenas situações que me marcaram e, para quem me conhece, é muito difícil conseguir esquecer algo que me magoou.
Mas acreditem que nem tudo foi mau e vivemos muito tempo bem e felizes. Mas lá está… acho que o que sentíamos não era suficiente e nunca conseguimos sentarmo-nos e conversar para resolver as nossas diferenças.
Para quem tinha dúvidas aqui ficou explicado aquilo que se passou, com a Soneca foi depois e só depois da separação.
Não queria deixar de agradecer a todas as pessoas que nesta altura estiveram lá para me apoiar e me ajudar:
Os meus manitos, claro, mas esses estão sempre lá e para mim são sempre os meus pilares. Amo-vos do fundo do coração. A minha família, que apesar de gostarem dela nunca me viraram as costas e ainda aturaram algumas das minhas cabras llooll. E um agradecimento muito especial a ti Pipoca que apesar de seres amiga dos dois e por mais que te tivesse custado trataste dos papéis do divórcio. É por essa e por outras que sempre disse que não és só uma cunhada e sim uma manita ;-)
Beijos e abraços
Esta semana vou contar um momento delicado da minha vida, de quando estive casado! Sei que é um assunto controverso e que há mil e uma versões do que se passou, mas eu só vou tentar explicar a minha versão das coisas, sem nunca ser minha intenção difamar seja quem for.
Vamos começar pelo fim llooll acho que grande parte da culpa do meu divórcio é sem dúvida minha. Logo não estou aqui para arranjar desculpas pelo que aconteceu.
A meu ver, começámos mal e depois disso dificilmente íamos conseguir fazer alguma coisa. Não vou afirmar que não havia sentimento ou que houve traição, simplesmente ambos chegámos ao limite e tentámos resolver tudo da melhor maneira possível.
E começámos mal porquê? Simplesmente por mim! E foi esse o meu grande mal, quis mostrar a alguém que era capaz de arranjar alguém e que não ia ficar sozinho. E ela porque tinha um controle enorme em casa e o casamento era uma fuga a isso. Não vos digo que ambos fizemos isso de propósito mas na minha opinião foi isso mesmo que se passou. É lógico que eu gostava dela e acredito piamente que ela também gostava de mim. Agora se ambos gostávamos um do outro o suficiente para casar, pelo menos da minha parte, tenho dúvidas.
Estava magoado com o que tinha acontecido com a Nono (uma história para uma próxima) e lógico que não nos podemos esquecer da Soneca que também impulsionou o casamento (mais uma história llooll)
Não vos vou dizer que não gostei do meu casamento e muita gente me ouviu dizer que não há nada melhor que a vida de casado enquanto, logicamente, houver respeito, compreensão, amor e desejo. Tudo isso se foi perdendo com o tempo e quando as coisas deixaram de ser feitas com vontade e passaram a ser uma obrigação tudo ficou pior. Houve muitas contradições que nunca consegui entender e situações que me magoaram muito. Posso dar dois exemplos, só para não haver dúvidas do que estou a falar.
Contradições: no início não podia sair sem ela porque éramos casados e não tinha lógica, o meu dever era se ela estava cansada ficar ao lado dela. Mesmo quando supostamente era uma noite combinada por todos, em que eu ia sair com os meus 2 manos, onde nunca nada aconteceu de mal e eles estão cá para confirmar isto. Mas quando foi ela a arranjar amigas para sair já podia ir sozinha, de tal maneira que quando era eu a querer ir beber um copo ela nunca tinha disposição para ir comigo.
Mágoa: a morte da minha avó. Todas as lágrimas que chorei foram sozinho porque ela disse que não ia fazer nada para o velório quando podia ficar em casa a ganhar uns trocos.
Duas das pequenas situações que me marcaram e, para quem me conhece, é muito difícil conseguir esquecer algo que me magoou.
Mas acreditem que nem tudo foi mau e vivemos muito tempo bem e felizes. Mas lá está… acho que o que sentíamos não era suficiente e nunca conseguimos sentarmo-nos e conversar para resolver as nossas diferenças.
Para quem tinha dúvidas aqui ficou explicado aquilo que se passou, com a Soneca foi depois e só depois da separação.
Não queria deixar de agradecer a todas as pessoas que nesta altura estiveram lá para me apoiar e me ajudar:
Os meus manitos, claro, mas esses estão sempre lá e para mim são sempre os meus pilares. Amo-vos do fundo do coração. A minha família, que apesar de gostarem dela nunca me viraram as costas e ainda aturaram algumas das minhas cabras llooll. E um agradecimento muito especial a ti Pipoca que apesar de seres amiga dos dois e por mais que te tivesse custado trataste dos papéis do divórcio. É por essa e por outras que sempre disse que não és só uma cunhada e sim uma manita ;-)
Beijos e abraços
domingo, 18 de abril de 2010
Atribulações com o sexo feminino
Olá meus amigos seguidores. Chegou o momento de vos falar das minhas atribulações com o sexo feminino… Ah pois é!!!! Lá vai a conversa descer de nível e subir de interesse ;-)
Nestas crónicas não vou referir qualquer nome das pessoas em questão, visto que a minha intenção ser só contar momentos divertidos, fora do normal ou simplesmente super excitantes e por isso não vou deixar qualquer pista para não haver qualquer possibilidade de me acusarem de “difamação”.
Quem me conhece de forma mais íntima sabe que a nível de sexo tenho uma forma muito própria de ver as coisas:
- Qual fazer o amor!!! Qual só com a pessoa que se ama é que é bom!! Qual quê!?!?
Sexo é sexo, puro prazer! É lógico que fazer com a pessoa que amamos é especial, mas não deixa de ser pelo prazer da coisa, logo eu que tenho diversos fetiches e várias histórias sobre sexo. Desta vez, e só para variar um pouco, deixo já uma das minhas aventuras na introdução.
Tudo começa numa brincadeira no XL em Condeixa. Eu morava sozinho e as duas “amigas” em questão estavam muito curiosas e interessadas porque eu sabia cozinhar e queriam provar um dos meus pratos. Uma delas namorava e era difícil poder ir provar os meus pratos devido à história que eu tinha com o namorado dela. A outra foi logo no dia seguinte provar a massa “À la preto” llooll. O jantar correu muito bem e o café e o beirão no sofá da sala também, mas o problema começou aí… Depois de muita risada e de muita brincadeira demos por nós completamente nus e começámos na “má vida”. Tudo corria bem se não fosse o facto de depois de termos começado ela ter “morrido”. Deixou de falar, de rir, de se mexer e tenho, até hoje, dúvidas se não deixou de respirar também llooll. Preocupado como sou, tentei entender o que se passava e disse:
- Está tudo bem? Não estás a gostar?!- ela respondeu:
- Sim tá… Claro que estou, não se nota? – ela continuou parada e eu:
- Não!!!! Se quiseres podemos parar…
- És muito preocupado. Quando tiveres namorada ela vai ser uma sortuda. – como continuava parada perdi a paciência e:
- Ok esquece. Olha veste-te vamos embora…
Assim foi a minha primeira e última (até hoje) experiência com uma morta llooll
Bjinhos/abraços do preto
Nestas crónicas não vou referir qualquer nome das pessoas em questão, visto que a minha intenção ser só contar momentos divertidos, fora do normal ou simplesmente super excitantes e por isso não vou deixar qualquer pista para não haver qualquer possibilidade de me acusarem de “difamação”.
Quem me conhece de forma mais íntima sabe que a nível de sexo tenho uma forma muito própria de ver as coisas:
- Qual fazer o amor!!! Qual só com a pessoa que se ama é que é bom!! Qual quê!?!?
Sexo é sexo, puro prazer! É lógico que fazer com a pessoa que amamos é especial, mas não deixa de ser pelo prazer da coisa, logo eu que tenho diversos fetiches e várias histórias sobre sexo. Desta vez, e só para variar um pouco, deixo já uma das minhas aventuras na introdução.
Tudo começa numa brincadeira no XL em Condeixa. Eu morava sozinho e as duas “amigas” em questão estavam muito curiosas e interessadas porque eu sabia cozinhar e queriam provar um dos meus pratos. Uma delas namorava e era difícil poder ir provar os meus pratos devido à história que eu tinha com o namorado dela. A outra foi logo no dia seguinte provar a massa “À la preto” llooll. O jantar correu muito bem e o café e o beirão no sofá da sala também, mas o problema começou aí… Depois de muita risada e de muita brincadeira demos por nós completamente nus e começámos na “má vida”. Tudo corria bem se não fosse o facto de depois de termos começado ela ter “morrido”. Deixou de falar, de rir, de se mexer e tenho, até hoje, dúvidas se não deixou de respirar também llooll. Preocupado como sou, tentei entender o que se passava e disse:
- Está tudo bem? Não estás a gostar?!- ela respondeu:
- Sim tá… Claro que estou, não se nota? – ela continuou parada e eu:
- Não!!!! Se quiseres podemos parar…
- És muito preocupado. Quando tiveres namorada ela vai ser uma sortuda. – como continuava parada perdi a paciência e:
- Ok esquece. Olha veste-te vamos embora…
Assim foi a minha primeira e última (até hoje) experiência com uma morta llooll
Bjinhos/abraços do preto
sábado, 10 de abril de 2010
Cotas
Meu velho amigo Cotas…. Para muitos só mais um drogadito mas para mim um amigo de infância.
Por vezes dou por mim a recordar as nossas histórias. Desde as famosas revistas Gina no telhado, nas traseiras da minha casa llooll, ao brincarmos com os carritos no quintalão, a me defenderes na Surprise quando o Luís pensava que tinha sido eu a chibá-lo pelos paivas, à nossa primeira ganza com o Rosas, ao ouvir pela primeira vez Mão Morta, as nossas matinés de domingo que começavam sempre em minha casa e acabavam sempre ao moxe na Surprise, o primeiro concerto dos Tédio Boys…
Depois tudo muda com a minha ida para Penela. Eu a fugir da merda e tu, meu filho da mãe, enterraste-te todo.
Quando trabalhava na sala de jogos e te lixava a cabeça todos os domingos, que estavas todo lixado, quantas vezes te pedi para parares, para pedires ajuda. As tuas palavras foram sempre as mesmas.
- Tens razão amigo. Tenho mesmo…
Mas nunca o fizeste. Guardo com carinho a nossa última conversa mas já foi tarde…. No dia a seguir estavas pendurado…. Mas porquê?????? MERDA COTAS PORQUÊ?????
Sempre te deixaste influenciar por todos mas nunca me conseguiste ouvir!!!!
Tenho saudades tuas amigo!! Sempre na tanga, sempre a brincar, sempre com a puta da mania…. MAS SEMPRE MEU AMIGO….
Um dia voltaremos a estar juntos…
Até sempre amigo
ADEUS
Por vezes dou por mim a recordar as nossas histórias. Desde as famosas revistas Gina no telhado, nas traseiras da minha casa llooll, ao brincarmos com os carritos no quintalão, a me defenderes na Surprise quando o Luís pensava que tinha sido eu a chibá-lo pelos paivas, à nossa primeira ganza com o Rosas, ao ouvir pela primeira vez Mão Morta, as nossas matinés de domingo que começavam sempre em minha casa e acabavam sempre ao moxe na Surprise, o primeiro concerto dos Tédio Boys…
Depois tudo muda com a minha ida para Penela. Eu a fugir da merda e tu, meu filho da mãe, enterraste-te todo.
Quando trabalhava na sala de jogos e te lixava a cabeça todos os domingos, que estavas todo lixado, quantas vezes te pedi para parares, para pedires ajuda. As tuas palavras foram sempre as mesmas.
- Tens razão amigo. Tenho mesmo…
Mas nunca o fizeste. Guardo com carinho a nossa última conversa mas já foi tarde…. No dia a seguir estavas pendurado…. Mas porquê?????? MERDA COTAS PORQUÊ?????
Sempre te deixaste influenciar por todos mas nunca me conseguiste ouvir!!!!
Tenho saudades tuas amigo!! Sempre na tanga, sempre a brincar, sempre com a puta da mania…. MAS SEMPRE MEU AMIGO….
Um dia voltaremos a estar juntos…
Até sempre amigo
ADEUS
domingo, 4 de abril de 2010
Malpica do Tejo
Olá amigos seguidores, cá estou eu para vos contar a 1ª aventura dos Perfect Mess.
Só o nome já dava uma grande história llooll Malpica do Tejo fica junto a Castelo Branco mesmo na fronteira com Espanha.
Fomos convidados para fazer a 1ª parte dos Dexies (banda de baile) e com a fome de palco que tínhamos nem pensámos duas vezes em aceitar. Ao chegar a Malpica fomos atropelados por uma legião de fãs dos Dexies. Por momentos parecia que estávamos num concerto de Xutos e que os fãs esperavam impacientemente pela chegada da banda llooll. Autógrafos, camisolas, bandeiras, bem tudo e mais alguma coisa. Concerto dos Dexies naquela terra é sinal de festa….
Aconteceu-nos de tudo, desde estarmos numa esplanada a tentar beber umas cervejas e não termos mãos a medir para dar autógrafos « Mas eu não pertenço aos Dexies», «Mas vens com eles logo dá-me um autografo»; o jantar foi no salão de festas da cidade onde nos sentimos reis com tudo do bom e do melhor. Nesse dia senti-me famoso lllooolll
O palco ficou situado mesmo no centro da vila e quando subimos para começar o espectáculo tínhamos entre 300 a 400 pessoas a curtirem tanto como nós e até nos brindaram com um moche, moche esse que fez com que alguns de nós se libertassem de tal maneira que até um de nós subiu para o estrado da bateria e curtiu milhões lá de cima, com o pé em cima do bombo e deu um brutal salto para regressar ao palco (só não me lembro quem fui llooll)
O concerto correu bem, conseguimos gravar um CD ao vivo e fomos muito bem recebidos. A parte pior, e mais engraçada, estava para vir, o regresso a casa. Tínhamos levado dois carros, o primeiro a vir embora foi o do Isac que trouxe com ele os Perfect da banda llooll a Pipi e a Patrícia. No segundo, que saiu 1h depois, vieram os mess (eu, o Tito e a conduzir a máquina o Fernando). A máquina era um Fiat Uno turbo. Bem… o Fernando a piloto e eu e o Tito a co-piloto só podia dar asneiras.
- É pá, não me lembro de passar por aqui. (Fernando)
- Estamos bem, eu lembro-me desta árvore. (Tito)
- Olha aquele restaurante, não te lembras? (eu)
- Que restaurante? Aquilo é uma oficina…. (Fernando)
- Calma pessoal, vamos bem olha a placa. (Tito)
E a placa dizia Espanha 2 km lllllllllllllllllllllloooooooooooooooooollllllllllllllllllllllllllll
E a aventura não fica por aqui mas do resto já não me lembro bem por isso fico à espera que um dos dois conte o resto em comentário ;-)
Beijinhos/abraços do preto…
Só o nome já dava uma grande história llooll Malpica do Tejo fica junto a Castelo Branco mesmo na fronteira com Espanha.
Fomos convidados para fazer a 1ª parte dos Dexies (banda de baile) e com a fome de palco que tínhamos nem pensámos duas vezes em aceitar. Ao chegar a Malpica fomos atropelados por uma legião de fãs dos Dexies. Por momentos parecia que estávamos num concerto de Xutos e que os fãs esperavam impacientemente pela chegada da banda llooll. Autógrafos, camisolas, bandeiras, bem tudo e mais alguma coisa. Concerto dos Dexies naquela terra é sinal de festa….
Aconteceu-nos de tudo, desde estarmos numa esplanada a tentar beber umas cervejas e não termos mãos a medir para dar autógrafos « Mas eu não pertenço aos Dexies», «Mas vens com eles logo dá-me um autografo»; o jantar foi no salão de festas da cidade onde nos sentimos reis com tudo do bom e do melhor. Nesse dia senti-me famoso lllooolll
O palco ficou situado mesmo no centro da vila e quando subimos para começar o espectáculo tínhamos entre 300 a 400 pessoas a curtirem tanto como nós e até nos brindaram com um moche, moche esse que fez com que alguns de nós se libertassem de tal maneira que até um de nós subiu para o estrado da bateria e curtiu milhões lá de cima, com o pé em cima do bombo e deu um brutal salto para regressar ao palco (só não me lembro quem fui llooll)
O concerto correu bem, conseguimos gravar um CD ao vivo e fomos muito bem recebidos. A parte pior, e mais engraçada, estava para vir, o regresso a casa. Tínhamos levado dois carros, o primeiro a vir embora foi o do Isac que trouxe com ele os Perfect da banda llooll a Pipi e a Patrícia. No segundo, que saiu 1h depois, vieram os mess (eu, o Tito e a conduzir a máquina o Fernando). A máquina era um Fiat Uno turbo. Bem… o Fernando a piloto e eu e o Tito a co-piloto só podia dar asneiras.
- É pá, não me lembro de passar por aqui. (Fernando)
- Estamos bem, eu lembro-me desta árvore. (Tito)
- Olha aquele restaurante, não te lembras? (eu)
- Que restaurante? Aquilo é uma oficina…. (Fernando)
- Calma pessoal, vamos bem olha a placa. (Tito)
E a placa dizia Espanha 2 km lllllllllllllllllllllloooooooooooooooooollllllllllllllllllllllllllll
E a aventura não fica por aqui mas do resto já não me lembro bem por isso fico à espera que um dos dois conte o resto em comentário ;-)
Beijinhos/abraços do preto…
domingo, 28 de março de 2010
perfect mess
Ora cá estou eu para mais uma história e como já vem a ser habitual antes das aventuras vou tentar sempre vos situar e para tentarem perceber o que sinto nos diversos temas.
Para alguns de vocês o nome Perfect Mess já não é estranho, mas vou pensar naqueles que nunca tiveram o prazer de nos conhecer llooll ;-)
Os Perfect Mess eram, sem dúvida, um grupo de amigos que partilhavam a mesma paixão: a música. E foi essa paixão que nos fez unir e formar uma banda.
Vários foram as pessoas que passaram pela banda, todos eles ficaram na história dos Perfect Mess e não podia deixar de falar deles:
Carlos “Capinha” um dos fundadores, Patrícia, Sara, Carla, António João, Márito e Mauro.
Mas a formação que mais significou para mim e mais trouxe à banda foi:
Isac (bateria), Pipi (guitarra), Fernando Rui (teclas), Patrícia (voz), Tito (guitarra), Carlos (técnico e fã nº 1) e eu claro (guitarra baixo ou pelo menos a tentar llooll).
As aventuras foram muitas e nem imaginam as saudades que tenho de todos vós, dos ensaios, dos chás, dos concertos e das cabeçadas llooll
Aqui fica a introdução e aguardem as nossas aventuras…
Beijos/abraços
PS: alguns momentos da banda:
- Concertos em: Malpica do Tejo, Castanheira de Pêra, Soure (scopos), Montemor-o-Velho, Condeixa-a-Nova (festival de bandas), Esposende, Pedrógão Grande, dois em Condeixa- a-Velha (festival de bandas e um encontro de bandas) e três em Coimbra (galerias São Francisco, ISEC e num bar que me falha o nome llooll).
- maquete com 3 faixas e uma música no cd da coca-cola em 2002.
Para alguns de vocês o nome Perfect Mess já não é estranho, mas vou pensar naqueles que nunca tiveram o prazer de nos conhecer llooll ;-)
Os Perfect Mess eram, sem dúvida, um grupo de amigos que partilhavam a mesma paixão: a música. E foi essa paixão que nos fez unir e formar uma banda.
Vários foram as pessoas que passaram pela banda, todos eles ficaram na história dos Perfect Mess e não podia deixar de falar deles:
Carlos “Capinha” um dos fundadores, Patrícia, Sara, Carla, António João, Márito e Mauro.
Mas a formação que mais significou para mim e mais trouxe à banda foi:
Isac (bateria), Pipi (guitarra), Fernando Rui (teclas), Patrícia (voz), Tito (guitarra), Carlos (técnico e fã nº 1) e eu claro (guitarra baixo ou pelo menos a tentar llooll).
As aventuras foram muitas e nem imaginam as saudades que tenho de todos vós, dos ensaios, dos chás, dos concertos e das cabeçadas llooll
Aqui fica a introdução e aguardem as nossas aventuras…
Beijos/abraços
PS: alguns momentos da banda:
- Concertos em: Malpica do Tejo, Castanheira de Pêra, Soure (scopos), Montemor-o-Velho, Condeixa-a-Nova (festival de bandas), Esposende, Pedrógão Grande, dois em Condeixa- a-Velha (festival de bandas e um encontro de bandas) e três em Coimbra (galerias São Francisco, ISEC e num bar que me falha o nome llooll).
- maquete com 3 faixas e uma música no cd da coca-cola em 2002.
sábado, 13 de março de 2010
Jamboree das Beiras - Quinta do Esporão, Midões (1993)
Olá amigos seguidores e curiosos! Hoje venho falar de uma das aventuras mais marcantes que tive na minha infância enquanto estava nos escuteiros. Sem sombra de dúvidas o meu primeiro Jamboree.
Bem este ano escutista (93/94) tinha sido bastante complicado para mim porque todos os meus amigos tinham passado para os pioneiros e como eu só atingia os 14 anos em Dezembro podia ficar mais um ano nos exploradores. Como para os meus chefes era muito mais fácil ficar com um ou mais elementos mais velhos para ajudar a integrar os mais novos, eles nem hesitaram em que eu ficasse. Lógico que para mim foi bastante desmotivador, mas como nunca fugi de uma luta lá fiquei.
Como elemento mais velho da patrulha fiquei logo automaticamente como guia de patrulha. Como a patrulha era toda nova vocês nem imaginam a carrada de peripécias que aconteceram nesse Jamboree: desde o fogão Campingaz ter avariado e quando o tentaram desligar ficou todo em chamas sujeito à botija rebentar, desde dois elementos se pegarem à porrada e um deles ter dado com a frigideira cheia de óleo na cabeça do outro, etc, etc, etc…
Mas a história mais engraçada que tivemos foi mesmo o raid (para quem não sabe para nós escuteiros raid é uma caminhada). A ideia da equipa de organização até foi boa. Optaram por fazer só um trajecto e dividiram os exploradores: uma metade começava pelo inicio do raid e a outra metade pelo fim. O problema veio a seguir. Eles tinham de arranjar uma solução para que as patrulhas não saíssem todas ao mesmo tempo de modo a não se juntarem ou irem a seguir sempre a patrulha da frente. Decidiram, então, fazer sair as patrulhas com 15 minutos de diferença umas das outras. O problema é que a primeira patrulha saiu era meio-dia, com hora prevista de chegar ao local onde iam pernoitar à meia-noite e, por exemplo, a minha patrulha só saiu de campo por volta das 17 horas e a hora prevista de chegar era 5 da manhã, ou seja, tudo muito atrasado. Pouco tempo depois de termos começado o raid começaram os problemas, as desistências, na 4ª baliza lá ficou o meu primeiro elemento com a desculpa que tava cansado e não aguentava mais. E nas balizas seguintes fui perdendo um a um os meus elementos. Perto das 22h já só restava eu e o Limpa. Quando ele se virou pra mim e disse:
- Preto não aguento mais vou ter de desistir, vou contigo até à próxima baliza e fico lá!
Problemas!!! Ainda faltavam 7h de caminho, estava noite serrada e eu ia ficar sozinho e sem vontade nenhuma. Então reparei que alguns metros atrás de nós avistava-se uma luz de lanterna e pensei que vinha alguém com o mesmo problema que o meu. Decidi parar e esperar pelo grupo que vinha atrás e assim seguia o resto do caminho com eles (sim porque um verdadeiro morcego não desiste).
O grupo aproximou-se e qual não foi o meu espanto quando reparei que eram duas patrulhas com uma só lanterna. Um rapaz cuja patrulha tinha desistido toda e 5 raparigas de Pombal. Escusado será dizer que o Limpa já não desistiu e seguimos o resto do caminho com elas, que por sinal eram todas poderosas para aquela idade. Apesar dos muitos obstáculos, lá conseguimos chegar ao local de descanso à hora prevista. Uns pior, outros melhor mas chegámos. O elemento que estava pior do nosso grupo era a Galita (guia da patrulha de Pombal). À qual o cavalheiro do preto ;-) ia a ajudar dando-lhe o ombro pra ela se apoiar , ou seja, abraçados. Ao chegar, fomos recebidos por vários chefes e um deles estava muito preocupado com a Galita. Dizia a chefe:
- Galita, leva um cobertor está muito frio.
- Não é preciso chefe, eu estou bem. - Dizia a galita.
- É melhor levares, só com o saco-cama vais ter frio.
- Chefe fique descansada, eu estou bem.
E resolvo eu pôr fim à conversa.
- Chefe, se ela tiver frio eu aqueço-a!! (olha o pintas armado em bom)
Responde a Galita.
- Estás com uma moral!!!!!!! A falar assim com a minha mãe, sim senhora!! llooll
Bem isso é que foi desaparecer e nem perto dela cheguei a noite toda llooll...
Bem e o resto da história desta actividade fica para uma próxima...
Abraços/beijos e até breve
Bem este ano escutista (93/94) tinha sido bastante complicado para mim porque todos os meus amigos tinham passado para os pioneiros e como eu só atingia os 14 anos em Dezembro podia ficar mais um ano nos exploradores. Como para os meus chefes era muito mais fácil ficar com um ou mais elementos mais velhos para ajudar a integrar os mais novos, eles nem hesitaram em que eu ficasse. Lógico que para mim foi bastante desmotivador, mas como nunca fugi de uma luta lá fiquei.
Como elemento mais velho da patrulha fiquei logo automaticamente como guia de patrulha. Como a patrulha era toda nova vocês nem imaginam a carrada de peripécias que aconteceram nesse Jamboree: desde o fogão Campingaz ter avariado e quando o tentaram desligar ficou todo em chamas sujeito à botija rebentar, desde dois elementos se pegarem à porrada e um deles ter dado com a frigideira cheia de óleo na cabeça do outro, etc, etc, etc…
Mas a história mais engraçada que tivemos foi mesmo o raid (para quem não sabe para nós escuteiros raid é uma caminhada). A ideia da equipa de organização até foi boa. Optaram por fazer só um trajecto e dividiram os exploradores: uma metade começava pelo inicio do raid e a outra metade pelo fim. O problema veio a seguir. Eles tinham de arranjar uma solução para que as patrulhas não saíssem todas ao mesmo tempo de modo a não se juntarem ou irem a seguir sempre a patrulha da frente. Decidiram, então, fazer sair as patrulhas com 15 minutos de diferença umas das outras. O problema é que a primeira patrulha saiu era meio-dia, com hora prevista de chegar ao local onde iam pernoitar à meia-noite e, por exemplo, a minha patrulha só saiu de campo por volta das 17 horas e a hora prevista de chegar era 5 da manhã, ou seja, tudo muito atrasado. Pouco tempo depois de termos começado o raid começaram os problemas, as desistências, na 4ª baliza lá ficou o meu primeiro elemento com a desculpa que tava cansado e não aguentava mais. E nas balizas seguintes fui perdendo um a um os meus elementos. Perto das 22h já só restava eu e o Limpa. Quando ele se virou pra mim e disse:
- Preto não aguento mais vou ter de desistir, vou contigo até à próxima baliza e fico lá!
Problemas!!! Ainda faltavam 7h de caminho, estava noite serrada e eu ia ficar sozinho e sem vontade nenhuma. Então reparei que alguns metros atrás de nós avistava-se uma luz de lanterna e pensei que vinha alguém com o mesmo problema que o meu. Decidi parar e esperar pelo grupo que vinha atrás e assim seguia o resto do caminho com eles (sim porque um verdadeiro morcego não desiste).
O grupo aproximou-se e qual não foi o meu espanto quando reparei que eram duas patrulhas com uma só lanterna. Um rapaz cuja patrulha tinha desistido toda e 5 raparigas de Pombal. Escusado será dizer que o Limpa já não desistiu e seguimos o resto do caminho com elas, que por sinal eram todas poderosas para aquela idade. Apesar dos muitos obstáculos, lá conseguimos chegar ao local de descanso à hora prevista. Uns pior, outros melhor mas chegámos. O elemento que estava pior do nosso grupo era a Galita (guia da patrulha de Pombal). À qual o cavalheiro do preto ;-) ia a ajudar dando-lhe o ombro pra ela se apoiar , ou seja, abraçados. Ao chegar, fomos recebidos por vários chefes e um deles estava muito preocupado com a Galita. Dizia a chefe:
- Galita, leva um cobertor está muito frio.
- Não é preciso chefe, eu estou bem. - Dizia a galita.
- É melhor levares, só com o saco-cama vais ter frio.
- Chefe fique descansada, eu estou bem.
E resolvo eu pôr fim à conversa.
- Chefe, se ela tiver frio eu aqueço-a!! (olha o pintas armado em bom)
Responde a Galita.
- Estás com uma moral!!!!!!! A falar assim com a minha mãe, sim senhora!! llooll
Bem isso é que foi desaparecer e nem perto dela cheguei a noite toda llooll...
Bem e o resto da história desta actividade fica para uma próxima...
Abraços/beijos e até breve
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Escuteiros, o inicio…
Olá, olá!! Pois é, leram muito bem “escuteiros” para quem não sabe eu fui escuteiro durante 16 anos da minha vida. Entrei com 10 anos para júnior (actuais exploradores) e saí com 26 anos, trabalhava como ccs (caminheiro em comissão de serviço) nos pioneiros. Nestes 16 anos são imensas as histórias que tenho para contar, mas como já repararam primeiro gosto sempre de vos situar e também de falar um pouco sobre esse tempo para depois puderem compreender melhor a piada das aventuras.
Muitos dos meus amigos e conhecidos me perguntam o porquê de ter sido escuteiro e nessa altura tenho de ouvir coisas como: “é pá aquilo é um bando de cocós” ou “um parvo de calções, meias pelos joelhos e chapéu ridículo seguido por um monte de miúdos ricos com a mania que são aventureiros”, entre outras coisas. E tenho que concordar com vocês, as fardas deixam um pouco a desejar mas em relação aos miúdos ricos só posso dizer llooll porque no 1035 (Nº do agrupamento de Condeixa-a-Nova) dizia-se que para ser escuteiro ou se era filho de pais divorciados ou então tinha-se uma pancada muito grande.
É difícil explicar o que se vive nos escuteiros. As regras, as leis, os chefes, tudo o que se vive em campo, tudo o que se prepara na sede. Sem sombra de dúvidas, o escutismo é um modo de vida e acreditem que só posso agradecer a todos os meus chefes e irmãos escutas pois é devido a eles que sou o homem que sou hoje. A paciência com que nos ensinavam (Albano), a força e o espírito brincalhão que nos incutiam (Isidoro), aprendemos a ser obedientes, educados e respeitadores (Sargento Paiva, Rosa), a alegria e a paz entre nós (Abrantes, Miranda), etc.
Mas não vos vou dar mais seca com esta introdução, vou só acabar com um agradecimento especial a todos os que viveram momentos únicos nos escuteiros comigo:
- Marco: o meu primeiro guia. Por mais anos que passem nunca vou esquecer tudo o que aprendi contigo;
- Pedro Leandro: grande amigo, guia, companheiro. Demorou mas consegui dobrar-te em relação ao tabaco;
- Chefes: Adriano, Albano, Isidoro, Rosa, Rita, Roger, Sá, Branquinho, Abrantes, Miranda e Borges. A todos um obrigado por tudo o que me ensinaram.
- Amigos e colegas que não posso esquecer: Ritinha, Carla Isidoro, Capinha, Kabrode, Temido, Rolim, Claro, Chico, Márito, Guida, Rita, Tina, Caleiras, Ana, nonó, angela, flavio e muitos outros que viveram e partilharam momentos tão especiais.
Para todos vocês me despeço com uma forte canhota e um até sempre!!
Estarão sempre no meu coração…
Muitos dos meus amigos e conhecidos me perguntam o porquê de ter sido escuteiro e nessa altura tenho de ouvir coisas como: “é pá aquilo é um bando de cocós” ou “um parvo de calções, meias pelos joelhos e chapéu ridículo seguido por um monte de miúdos ricos com a mania que são aventureiros”, entre outras coisas. E tenho que concordar com vocês, as fardas deixam um pouco a desejar mas em relação aos miúdos ricos só posso dizer llooll porque no 1035 (Nº do agrupamento de Condeixa-a-Nova) dizia-se que para ser escuteiro ou se era filho de pais divorciados ou então tinha-se uma pancada muito grande.
É difícil explicar o que se vive nos escuteiros. As regras, as leis, os chefes, tudo o que se vive em campo, tudo o que se prepara na sede. Sem sombra de dúvidas, o escutismo é um modo de vida e acreditem que só posso agradecer a todos os meus chefes e irmãos escutas pois é devido a eles que sou o homem que sou hoje. A paciência com que nos ensinavam (Albano), a força e o espírito brincalhão que nos incutiam (Isidoro), aprendemos a ser obedientes, educados e respeitadores (Sargento Paiva, Rosa), a alegria e a paz entre nós (Abrantes, Miranda), etc.
Mas não vos vou dar mais seca com esta introdução, vou só acabar com um agradecimento especial a todos os que viveram momentos únicos nos escuteiros comigo:
- Marco: o meu primeiro guia. Por mais anos que passem nunca vou esquecer tudo o que aprendi contigo;
- Pedro Leandro: grande amigo, guia, companheiro. Demorou mas consegui dobrar-te em relação ao tabaco;
- Chefes: Adriano, Albano, Isidoro, Rosa, Rita, Roger, Sá, Branquinho, Abrantes, Miranda e Borges. A todos um obrigado por tudo o que me ensinaram.
- Amigos e colegas que não posso esquecer: Ritinha, Carla Isidoro, Capinha, Kabrode, Temido, Rolim, Claro, Chico, Márito, Guida, Rita, Tina, Caleiras, Ana, nonó, angela, flavio e muitos outros que viveram e partilharam momentos tão especiais.
Para todos vocês me despeço com uma forte canhota e um até sempre!!
Estarão sempre no meu coração…
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Residência de estudantes. (continuação)
Olá amigos seguidores e curiosos, cá estou eu para mais uma história.
No meio de muitas histórias e aventuras em Penela, a primeira que me vem à cabeça é sem dúvida o único dia da minha vida em que tive um blackout de memória e sinceramente não me lembro de nada entre a hora de almoço e a hora de jantar. O pouco de que vou falar são coisas que me contaram e algumas que tenho uma vaga ideia.
Tudo começa, como todos os dias começavam, a seguir ao pequeno-almoço no café dos mortos (nome dado porque o café ficava ao lado do cemitério). Este era sempre o nosso problema: havia dias em que entrávamos, tomávamos café e íamos para a escola, o grande stress era se um de nós se lembrava que era uma boa hora para beber e aí qual aulas qual quê já só íamos à escola para cravar uns trocos se nos faltasse a nota. Este dia foi diferente, eu tinha arranjado uns comprimidos muito interessantes que misturados com álcool, constava-se, davam uma moca enorme (como devem compreender não vou falar no nome dos comprimidos para não dar ideias aos mais novos). Lembro-me que ao todo tinha 5 comprimidos, tomei um e bebi uma cerveja. Comigo estavam o Beto e o Noca (nomes fictícios) e cada um deles tomou um também. A verdade é que passado meia hora eles estavam muito pedrados e eu parecia que não tinha tomado nada. Mais uma cerveja, mais um comprimido e moca nada. Bem... Farto de os ver a falarem bem daquilo e eu sem sentir efeito nenhum, toca a tomar o terceiro e último comprimido e mais uma cerveja. De seguida, e ainda sem moca, decidimos ir até ao bar da piscina. A partir daqui todas as recordações deste dia não passam de uma mistura de lembranças estranhas e sem sentido. Lembro-me que pelo caminho encontrámos a minha namorada, a Pulguita, que foi connosco para o bar. Ao chegarmos, começámos logo nas canecas de cerveja e cheira-me que foi isso que fez com que o efeito dos comprimidos se sentisse. No bar da piscina não me lembro sequer de ter acabado de beber a primeira caneca; não me lembro da hora de almoço e a recordação que tenho a seguir é de estar no Baco Bar, no fim de almoço, a ter uma discussão estúpida, que nem o tema me lembro, com a Pulga e a Lúcia. Depois lembro-me de estar nas traseiras do castelo na má vida com a Pulga e de me ter virado para ela e ter dito para irmos embora que estava a começar a chover. Só para que fique registado estava um calor enorme e pelo que ela me disse no dia a seguir eu nem o orgasmo atingi, simplesmente vesti-me e fomos embora. Depois disso, lembro-me de serem umas 10 da noite e estar dentro do chuveiro vestido a tomar banho de água fria com o Beto a agarrar-me para não sair. Foi aí que tudo passou e que fiquei chocado por não me lembrar de nem um terço do que se passou. O dia seguinte foi um dia de descobertas, passei o dia todo a ouvir histórias estranhas sobre mim que mais parecia que estavam a falar de outra pessoa. Certo é que foi uma experiência para nunca mais repetir, por mais que me dissessem que a culpa foi minha devido ao excesso de comprimidos e de álcool. Comprimidos e álcool nunca mais, isso vos garanto…
Beijos e abraços para todos.
P.S: Um muito especial para os que fizeram parte deste dia. Pessoas que já não vejo aos anos e que me marcaram e muito. Obrigado Beto que saudades tuas, Noca tas lá e Pulga obrigado e desculpa por tudo o que te fiz passar…
No meio de muitas histórias e aventuras em Penela, a primeira que me vem à cabeça é sem dúvida o único dia da minha vida em que tive um blackout de memória e sinceramente não me lembro de nada entre a hora de almoço e a hora de jantar. O pouco de que vou falar são coisas que me contaram e algumas que tenho uma vaga ideia.
Tudo começa, como todos os dias começavam, a seguir ao pequeno-almoço no café dos mortos (nome dado porque o café ficava ao lado do cemitério). Este era sempre o nosso problema: havia dias em que entrávamos, tomávamos café e íamos para a escola, o grande stress era se um de nós se lembrava que era uma boa hora para beber e aí qual aulas qual quê já só íamos à escola para cravar uns trocos se nos faltasse a nota. Este dia foi diferente, eu tinha arranjado uns comprimidos muito interessantes que misturados com álcool, constava-se, davam uma moca enorme (como devem compreender não vou falar no nome dos comprimidos para não dar ideias aos mais novos). Lembro-me que ao todo tinha 5 comprimidos, tomei um e bebi uma cerveja. Comigo estavam o Beto e o Noca (nomes fictícios) e cada um deles tomou um também. A verdade é que passado meia hora eles estavam muito pedrados e eu parecia que não tinha tomado nada. Mais uma cerveja, mais um comprimido e moca nada. Bem... Farto de os ver a falarem bem daquilo e eu sem sentir efeito nenhum, toca a tomar o terceiro e último comprimido e mais uma cerveja. De seguida, e ainda sem moca, decidimos ir até ao bar da piscina. A partir daqui todas as recordações deste dia não passam de uma mistura de lembranças estranhas e sem sentido. Lembro-me que pelo caminho encontrámos a minha namorada, a Pulguita, que foi connosco para o bar. Ao chegarmos, começámos logo nas canecas de cerveja e cheira-me que foi isso que fez com que o efeito dos comprimidos se sentisse. No bar da piscina não me lembro sequer de ter acabado de beber a primeira caneca; não me lembro da hora de almoço e a recordação que tenho a seguir é de estar no Baco Bar, no fim de almoço, a ter uma discussão estúpida, que nem o tema me lembro, com a Pulga e a Lúcia. Depois lembro-me de estar nas traseiras do castelo na má vida com a Pulga e de me ter virado para ela e ter dito para irmos embora que estava a começar a chover. Só para que fique registado estava um calor enorme e pelo que ela me disse no dia a seguir eu nem o orgasmo atingi, simplesmente vesti-me e fomos embora. Depois disso, lembro-me de serem umas 10 da noite e estar dentro do chuveiro vestido a tomar banho de água fria com o Beto a agarrar-me para não sair. Foi aí que tudo passou e que fiquei chocado por não me lembrar de nem um terço do que se passou. O dia seguinte foi um dia de descobertas, passei o dia todo a ouvir histórias estranhas sobre mim que mais parecia que estavam a falar de outra pessoa. Certo é que foi uma experiência para nunca mais repetir, por mais que me dissessem que a culpa foi minha devido ao excesso de comprimidos e de álcool. Comprimidos e álcool nunca mais, isso vos garanto…
Beijos e abraços para todos.
P.S: Um muito especial para os que fizeram parte deste dia. Pessoas que já não vejo aos anos e que me marcaram e muito. Obrigado Beto que saudades tuas, Noca tas lá e Pulga obrigado e desculpa por tudo o que te fiz passar…
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Residência de estudantes em Penela
Olá amigos, seguidores e curiosos chegou a hora de vos começar a contar várias histórias sobre a minha estadia em Penela onde estive a morar numa residência para estudantes. Foram 2 anos em que praticamente só ia a casa ao fim-de-semana e mal estava com os meus pais, mas também foram 2 anos em que cresci muito. Novas experiências, novos amigos, muita independência e boas aventuras. Para começar, vou situar este período no tempo e também falar um pouco sobre as regras, os horários e os castigos para tentarem compreender o espírito que se vivia entre os colegas da residência. Para quem nunca passou numa experiência deste género e para aqueles que já ouviram falar mas não conhecem a vida numa residência aqui fica uma breve explicação de como era a nossa vida naquela altura.
Havia várias regras que tínhamos de cumprir rigorosamente, a falta de cumprimento levava a castigos. Umas das principais regras, e a que nos custava mais entender, era a que estávamos lá para estudar, ou seja, tínhamos de tirar boas notas senão éramos punidos com trabalho na cozinha (lavar e secar a louça). Já para não falar que a directora da residência era a presidente do conselho directivo da escola logo nada lhe escapava, uma falta, um mau comportamento e uma má nota era motivo para castigo. Outra regra era os horários que tínhamos de cumprir e aqui fica o pouco que me lembro acerca disso:
Despertar: 8h00
Pequeno-almoço: 08h30
Primeira aula: 9h30
Fim das aulas: 17h10
Lanche: 17h30
Hora de estudo: 18h00
Jantar: 19h00
Recolher: 21h00
Silêncio: 21h30
Bem agora que me lembro disto lembro-me também que primeiro que conseguisse habituar-me a estes horários foi preciso muito e cá para nós que ninguém nos ouve acho que nunca me habituei ;-).
A acrescentar a isto tenho que dizer que também tínhamos um dia por semana, escolhido por nós, em que os alunos mais velhos podiam ficar acordados até à meia-noite a ver um filme. Nesta altura a SIC passava, à segunda-feira, um filme e escusado será dizer que nunca acabava antes da uma da manhã, ou seja, a carrada de filmes que não vi o fim llooll
Um dos castigos que mais nos custava era ficar fechado no quarto depois da hora de jantar. Este castigo só se aplicava quando as coisas que fazíamos eram muito graves ou então quando já tínhamos os dias todos até ao final do ano ocupados na cozinha.
Bem e assim fica explicado como funcionavam as coisas na residência agora já posso contar algumas histórias e todos irão perceber o espírito da coisa ;-)
Beijinhos e abraços até breve…
Havia várias regras que tínhamos de cumprir rigorosamente, a falta de cumprimento levava a castigos. Umas das principais regras, e a que nos custava mais entender, era a que estávamos lá para estudar, ou seja, tínhamos de tirar boas notas senão éramos punidos com trabalho na cozinha (lavar e secar a louça). Já para não falar que a directora da residência era a presidente do conselho directivo da escola logo nada lhe escapava, uma falta, um mau comportamento e uma má nota era motivo para castigo. Outra regra era os horários que tínhamos de cumprir e aqui fica o pouco que me lembro acerca disso:
Despertar: 8h00
Pequeno-almoço: 08h30
Primeira aula: 9h30
Fim das aulas: 17h10
Lanche: 17h30
Hora de estudo: 18h00
Jantar: 19h00
Recolher: 21h00
Silêncio: 21h30
Bem agora que me lembro disto lembro-me também que primeiro que conseguisse habituar-me a estes horários foi preciso muito e cá para nós que ninguém nos ouve acho que nunca me habituei ;-).
A acrescentar a isto tenho que dizer que também tínhamos um dia por semana, escolhido por nós, em que os alunos mais velhos podiam ficar acordados até à meia-noite a ver um filme. Nesta altura a SIC passava, à segunda-feira, um filme e escusado será dizer que nunca acabava antes da uma da manhã, ou seja, a carrada de filmes que não vi o fim llooll
Um dos castigos que mais nos custava era ficar fechado no quarto depois da hora de jantar. Este castigo só se aplicava quando as coisas que fazíamos eram muito graves ou então quando já tínhamos os dias todos até ao final do ano ocupados na cozinha.
Bem e assim fica explicado como funcionavam as coisas na residência agora já posso contar algumas histórias e todos irão perceber o espírito da coisa ;-)
Beijinhos e abraços até breve…
domingo, 3 de janeiro de 2010
Uma passagem de ano memorável…
Pois é, vou aproveitar as épocas festivas para falar de uma passagem de ano estranha, divertida e que acaba com uma violação… leram bem violação llooll porque fui basicamente isso que aconteceu. Tinha acabado de fazer 14 anos e como nessa altura quase sempre saia com as minhas manas ou melhor com a mais nova e a mais velha. Como as minhas irmãs andavam muito viradas para os lados de Alcouce começamos a noite a jantar no salão de festas da terra, escusado será dizer que o que se bebeu ao jantar foi vinho tinto carrascão ;-) maravilha para um puto ficar logo KO llooll… depois seguimos para a Lousã mais precisamente para a discoteca Padaria que frequentávamos nessa altura. A viagem para a Lousã é sempre muito interessante, curva contra curva o que significa que depois de um jantar bem regado tínhamos de parar em quase todas as curvas para eu poder virar o barco e claro que o ir deitado ao colo de 3 pessoas no banco de trás também não ajudava muito mas com um peugeot 205 não podíamos pedir muito :-)
Chegada à discoteca, eu nem consegui pensar em beber álcool nada de nada mesmo, só o cheiro deixava-me logo enjoado, mas como a música era boa até se passou uma noite engraçada. O fim da noite é que foi mais divertido e estranho ao mesmo tempo. No meio de tanta gente que conhecíamos encontrámos uma amiga da minha mana mais velha que acabou por se colar a nós e nos cravar boleia ate Condeixa. Bem e aqui começa a parte engraçada da história, antes de mais lembrem-se que tinha 14 anos llooll. Ao chegarmos a Condeixa ela cravou dormida para ela e para a irmã dela o que, como pessoas prestáveis que somos, dissemos logo que sim. Para não variar muito eu fui o último a me ir deitar porque ficava sempre na sala a fumar uns cigarros e a ver Tv até tarde. Quando cheguei ao meu quarto qual o meu espanto quando deparo com a irmã da miúda na minha cama já deitada e tapada. Na minha inocência (14anos não esquecer) disse: vou dormir para a sala. Ao que ela respondeu que não era preciso que cabíamos os dois. E nessa altura abre os cobertores e a vejo só de cuecas e pouco mais llooll (atenção aos 14 anos). Bem na minha santa inocência deitei-me ao lado dela tipo múmia muito quieto e com as mãos no peito tipo morto. É escusado dizer que fui atacado e violado o resto da noite e assim perdi a minha virgindade aos 14 anos com uma mulher de 23. Bem o resto dos pormenores são engraçados mas como ia ficar com a minha reputação manchada vale mais nem tentar contar ;)
Chegada à discoteca, eu nem consegui pensar em beber álcool nada de nada mesmo, só o cheiro deixava-me logo enjoado, mas como a música era boa até se passou uma noite engraçada. O fim da noite é que foi mais divertido e estranho ao mesmo tempo. No meio de tanta gente que conhecíamos encontrámos uma amiga da minha mana mais velha que acabou por se colar a nós e nos cravar boleia ate Condeixa. Bem e aqui começa a parte engraçada da história, antes de mais lembrem-se que tinha 14 anos llooll. Ao chegarmos a Condeixa ela cravou dormida para ela e para a irmã dela o que, como pessoas prestáveis que somos, dissemos logo que sim. Para não variar muito eu fui o último a me ir deitar porque ficava sempre na sala a fumar uns cigarros e a ver Tv até tarde. Quando cheguei ao meu quarto qual o meu espanto quando deparo com a irmã da miúda na minha cama já deitada e tapada. Na minha inocência (14anos não esquecer) disse: vou dormir para a sala. Ao que ela respondeu que não era preciso que cabíamos os dois. E nessa altura abre os cobertores e a vejo só de cuecas e pouco mais llooll (atenção aos 14 anos). Bem na minha santa inocência deitei-me ao lado dela tipo múmia muito quieto e com as mãos no peito tipo morto. É escusado dizer que fui atacado e violado o resto da noite e assim perdi a minha virgindade aos 14 anos com uma mulher de 23. Bem o resto dos pormenores são engraçados mas como ia ficar com a minha reputação manchada vale mais nem tentar contar ;)
Subscrever:
Comentários (Atom)
