Olá meus amigos e seguidores
Pois é, mais uma histórinha para animar a malta llooll
Esta semana encontrei uma colega de escola que já não tinha notícias há mais de 10 anos e lembrei-me de uma história engraçada sobre a residência de estudantes…
Como já tinha contado no primeiro texto do blog, nós na residência tínhamos horários muito rígidos, o que para putos era bastante complicado cumprir. Para mim, em especial, o mais complicado de todos era o horário de dormir, nunca na vida me ia conseguir habituar a ir dormir às 21h30 lol ainda nem o vitinho tinha dado e já tínhamos ordens para ir dormir…
Bem e esta história tem a ver com esses horários mesmo. Às segundas-feiras tínhamos a possibilidade de ficar acordados até à meia-noite. Era a nossa noite de filmes. O que ninguém se lembrava era que se nós tínhamos jantado às 19h era mais que normal que às 22h já estaríamos todos cheios de fome.
Foram diversas as formas que arranjámos para orientar comida. Desde ficar à janela à espera que passasse alguém na rua e pedíamos que nos comprasse alguma coisa no café, desde trazer de casa umas bolachas ou umas batatas fritas para comermos ou então… lol eis 2 das maneiras originais e manhosas que arranjamos:
- decidimos comprar hambúrgueres, queijo e fiambre para comer. Então um de nós ficou incumbido de trazer de casa um grelhador eléctrico e utilizávamos a chaminé da lareira para o fumo sair. Como sempre algo tinha de correr mal! O cromo do Pigão tinha-se esquecido de abrir a chaminé e foi interessante no outro dia de manhã: não havia ninguém que não se queixasse do cheiro a hambúrgueres lol Mas mais uma vez, por pura sorte, não fomos apanhados.
- um assalto perfeito llooll tínhamos de conseguir chegar à dispensa onde sabíamos que havia umas bolachas para enganar o estômago. O problema é que a dispensa ficava na sala de estudo (cave) e a chave estava dentro da cozinha (rch) cuja chave se encontrava com a responsável dos rapazes (1º andar). Então como fizemos: tivemos de esperar que a D. Fátima fosse tomar banho e nesse momento alguém tirou as chaves e mandou pelas escadas para outro que estava no rch que por sua vez foi à cozinha, tirou a chave da dispensa e mandou-a, novamente pelas escadas, para a cave. Conseguimos tirar as famosas bolachas e enviar as chaves pra cima. Posso-vos garantir que foi por fracção de segundos que não fomos apanhados mas uma coisa é certa, aquelas bolachas souberam pela vida…
Beijos e abraços a todos
Até breve
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Mágica Briosa
Boa tarde meus amigos e seguidores
Cá estou eu a escrever mais um texto sobre a minha vida…
Desta vez venho falar de um assunto controverso e que pode levar a muita discussão llooll Estou a falar de futebol, claro, e da Mágica Briosa.
Para quem me conhece há algum tempo sabe que sempre fui simpatizante do FCP. Como acontece à maioria da nossa juventude, temos a tendência de seguir os passos dos mais velhos seja a nível de religião, de politica, de educação ou até mesmo de futebol. No meu caso foi por influência do meu padrinho de nascimento, era muito mais fácil receber boas prendas se fosse do clube dele llooll
De há uns anos para cá tenho acompanhado a Académica mas sempre como um clube de simpatia, um segundo clube. Nunca com a garra que acompanhava os jogos do Porto.
Até que chegou o momento em que vim morar para o Porto. Com isso, comecei a dar valor às pequenas coisas que tinha e que de um dia pró outro deixei de ter com tanta frequência: amigos, família, Condeixa, Coimbra…
Um dia dei por mim a fazer o que era impensável há uns anos atrás. Num jogo Porto vs Académica eu estava a gritar pela Briosa e fiquei lixado quando perdemos. Comecei a ver que afinal era do Porto por influência e não por coração. Descobri o meu clube do coração… Mesmo sem dar muito nas vistas, comecei a acompanhar os jogos, a vibrar como em tempos tinha vibrado pelo Porto mas agora com muito mais orgulho… Dei por mim a defender a briosa com toda a força e garra, dei por mim um verdadeiro fanático e agora se falar de futebol só falo na Briosa.
É incrível como temos de perder as coisas para lhes dar o valor que elas merecem.
Hoje é com orgulho que afirmo que sou um ultra mancha negra boys. É com extrema alegria que afirmo que sou Briosa porque gosto, porque é o clube da minha cidade, porque é o clube do meu coração, não sou do Porto, nem do Sporting e muito menos do Benfica por parte da mãe ou do pai.
Como continuo a morar no porto fica complicado deslocar-me para acompanhar os jogos e por isso resolvi tentar voltar a juntar o núcleo MN PORTO. Não tem sido fácil mas havemos de conseguir.
Aqui fica a explicação, para muitos admirados, quando me viram a só falar na Académica.
Acabo esta histórinha com a letra de um dos nossos cânticos.
Quando eu te vi jogar
Logo fiquei apaixonado
E quando te vi ganhar
Meu coração ficou marcado
E em 39 quando venceste aquela taça
Senti que era tu
Nossa Briosa
Loro loroloro
Coimbra é uma lição
Do amor e tradição
Coimbra é a cidade
Da nossa grande paixão
Coimbra veste de negro aos domingos para apoiar
E cantar por ti
Nossa Briosa
Loro loroloro
E quando eu ia aos jogos
Aqueles rapazes lá se encontravam
Quando ela precisava
Eles nunca se calavam
Foi então q’eu descobri q’era a grande Mancha Negra
Que sofre por ti
Nossa Briosa
Cá estou eu a escrever mais um texto sobre a minha vida…
Desta vez venho falar de um assunto controverso e que pode levar a muita discussão llooll Estou a falar de futebol, claro, e da Mágica Briosa.
Para quem me conhece há algum tempo sabe que sempre fui simpatizante do FCP. Como acontece à maioria da nossa juventude, temos a tendência de seguir os passos dos mais velhos seja a nível de religião, de politica, de educação ou até mesmo de futebol. No meu caso foi por influência do meu padrinho de nascimento, era muito mais fácil receber boas prendas se fosse do clube dele llooll
De há uns anos para cá tenho acompanhado a Académica mas sempre como um clube de simpatia, um segundo clube. Nunca com a garra que acompanhava os jogos do Porto.
Até que chegou o momento em que vim morar para o Porto. Com isso, comecei a dar valor às pequenas coisas que tinha e que de um dia pró outro deixei de ter com tanta frequência: amigos, família, Condeixa, Coimbra…
Um dia dei por mim a fazer o que era impensável há uns anos atrás. Num jogo Porto vs Académica eu estava a gritar pela Briosa e fiquei lixado quando perdemos. Comecei a ver que afinal era do Porto por influência e não por coração. Descobri o meu clube do coração… Mesmo sem dar muito nas vistas, comecei a acompanhar os jogos, a vibrar como em tempos tinha vibrado pelo Porto mas agora com muito mais orgulho… Dei por mim a defender a briosa com toda a força e garra, dei por mim um verdadeiro fanático e agora se falar de futebol só falo na Briosa.
É incrível como temos de perder as coisas para lhes dar o valor que elas merecem.
Hoje é com orgulho que afirmo que sou um ultra mancha negra boys. É com extrema alegria que afirmo que sou Briosa porque gosto, porque é o clube da minha cidade, porque é o clube do meu coração, não sou do Porto, nem do Sporting e muito menos do Benfica por parte da mãe ou do pai.
Como continuo a morar no porto fica complicado deslocar-me para acompanhar os jogos e por isso resolvi tentar voltar a juntar o núcleo MN PORTO. Não tem sido fácil mas havemos de conseguir.
Aqui fica a explicação, para muitos admirados, quando me viram a só falar na Académica.
Acabo esta histórinha com a letra de um dos nossos cânticos.
Quando eu te vi jogar
Logo fiquei apaixonado
E quando te vi ganhar
Meu coração ficou marcado
E em 39 quando venceste aquela taça
Senti que era tu
Nossa Briosa
Loro loroloro
Coimbra é uma lição
Do amor e tradição
Coimbra é a cidade
Da nossa grande paixão
Coimbra veste de negro aos domingos para apoiar
E cantar por ti
Nossa Briosa
Loro loroloro
E quando eu ia aos jogos
Aqueles rapazes lá se encontravam
Quando ela precisava
Eles nunca se calavam
Foi então q’eu descobri q’era a grande Mancha Negra
Que sofre por ti
Nossa Briosa
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