Olá meus amigos e seguidores
Hoje esteve um dia brutal de sol, calor ainda não muito mas já deu um cheirinho a verão e por isso lembrei-me das minhas férias de verão de 1994. Em pleno Agosto de 94 eu ainda tinha os meus, já famosos, 14 anos. Nesse ano as minhas férias foram um pouco diferentes do que estava habituado. Passei, sem querer mentir visto não ter a certeza, 15 dias na praia do Pedrógão com a minha mana Parrocas e o Peninha e que 3 se juntaram. Foram umas férias inesquecíveis que me marcaram muito.
Os meus pais, na altura, tinham uma roulotte que deixavam ficar o verão todo no Pedrógão e assim podiam ir passar todos os fins-de-semana à praia visto que tirar férias para eles era complicado - não nos podemos esquecer que os meus pais são donos de uma papelaria e a época alta de vendas é o verão por causa dos livros escolares. Assim sendo naquele ano fomos os 3 sozinhos passar férias, sim passar férias porque praia mal chegamos a ir llooll noite muita noite e só íamos à praia em último recurso e quando a minha irmã nos dava um ultimato llooll.
NOITE llooll as nossas noites, meu deus que medo!!! Antes de mais todos nós, para quem não se lembra desta altura, tínhamos um estilo muito próprio de vestir punk ou rock and roll, ou seja, sempre vestidos de preto, com calças juntas, a camisa com as golas no ar, o cabelo puxado para trás, etc, etc, etc. A juntar a isto o Peninha decidiu pintar os olhos tipo máscara porque, dizia ele, assim as pessoas não o olhavam directamente nos olhos e ele sentir-se-ia muito melhor. Ao entrarmos no Casino (nome de um bar tipo disco no Pedrógão) tínhamos logo um ritual, eu e o Peninha bebíamos a primeira bebida a pagar e depois passávamos a noite toda com uma palhinha na boca a beber dos copos de todas as meninas que entrassem na brincadeira llooll. Perguntávamos se podíamos e sem dar tempo de resposta já tínhamos a palhinha dentro do copo, era só entrar na brincadeira e logo se via onde ia parar. Não é preciso dizer que não podíamos andar os dois juntos para não parecer mal. Deixem-me que vos diga que naquela altura, sim, era curtir. Claro que havia estrondos mas mesmo com esta lata toda não me lembro de nenhuma discussão com ninguém.
Bem outra das brincadeiras (ou formas de engate como quiserem chamar) que tínhamos era sermos vampiros, sim leram bem vampiros. Era tão simples como isto: púnhamos as golas da camisa bem para cima e o olhar de bad boy (certo pimpolha llooll) e dizíamos:
- Boas! Desculpa incomodar mas preciso de um favor teu… (nesta altura elas já estavam com um ar bem desconfiado e aí tinha de pôr um sorriso malandro ou safado llooll). É que eu sou um vampiro e preciso de morder 3 pescoços por noite. Ainda só mordi 1 e não pude deixar de reparar nesse pescoço lindo e não sei se consigo resistir…
Logo aqui arrancávamos uma gargalhada enorme da pessoa em causa e como era uma abordagem fora do normal a grande maioria simplesmente inclinava a cabeça de maneira a facilitar a dentada e claro que não me fazia rogado e mordia mesmo mas sempre com carinho. Outras desviavam o olhar e ignoravam e algumas davam conversa para o resto da noite. Ah e deixem que vos diga que mais de 3 pescoços eram mordidos por noite ;-)
Já me estou a alongar por isso aguardem pela parte 2 desta história…
Beijos e abraços do preto
P.S: atenção que estávamos em plenos anos 90 e o pessoal estava todo na boa sem medo de tarados, pedófilos, violadores ou ladrões.
P.S.2: o autor desta história são se responsabiliza pelos danos que poderão ocorrer nas tentativas de imitação (lembrem-se: nas trilogias, por norma, o melhor é sempre o primeiro filme) llllloooooolllll
quarta-feira, 19 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
A 3 é que é llooll
Boa noite meus amigos e seguidores. Hoje escrevo-vos de Guimarães sentado num banco de jardim. E do que eu me havia de lembrar... LLOOLL
Vou fazer uma mistura de dois temas: escutismo e as atribulações com o sexo feminino.
Nesta história vamos recuar até à minha altura de pioneiro (14 aos 18 anos). Nessa altura tinha um grupo bastante unido. Juntávamo-nos não só nos escuteiros mas também nos cafés ou na noite, acima de tudo éramos bons amigos e tudo servia de pretexto para termos uma actividade de escuteiros.
Esta história refere-se a uma das passagens que tivemos (passagens é o nome que nós escuteiros damos à cerimonia que se faz todos os anos no início do ano escutista e que se destina à partida dos elementos mais velhos para a secção seguinte, ou seja, à despedida dos elementos mais velhos e às boas vindas dos mais novos).
Não me consigo recordar do ano em causa mas lembro-me que nesse ano não fizemos nada de especial. Fizemos uma pequena cerimónia na sede e depois pernoitamos na casa de um de nós em Condeixa. Casa essa que se encontrava completamente vazia e por isso mesmo a noite foi passada na conversa até às tantas da manhã.
Ora até aqui nada de especial e a parte gira da história chega com a altura de dormir.
Para não variar, dormimos todos no chão e todos juntos.
Do meu lado esquerdo tinha o capinha (para não variar), do lado direito uma menina (o nome da menina fica no segredo dos deus) e ao lado dela estava o João (grande amigo e que saudades tuas). Chega para cá, chega para lá e às páginas tantas já estava embrulhado com a dita menina. Beijos, mãos marotas e pouco mais que isso (não nos vamos esquecer que estávamos numa sala cheia de gente). O estranho era que por vezes ela virava-me as costas, pensei eu para me provocar. Voltava-se a virar para mim e lá começava os beijos e as mãos marotas até voltar a virar novamente as costas… isto continuou durante algum tempo até que numa das partes das mãos marotas começaram a aparecer mãos a mais llooll
Resumindo cada vez que ela me virava as costas era para fazer o mesmo com o João. Escusado será dizer que não íamos passar dos beijos, logo acabou a noite sozinha porque como bons amigos que somos ambos desistimos …
Esta foi a “famosa” noite em que eu e o João fomos “comidos” pela mesma miúda ao mesmo tempo e sem sabermos. llooll isto há cada um llooll
Até breve
Mário preto
Vou fazer uma mistura de dois temas: escutismo e as atribulações com o sexo feminino.
Nesta história vamos recuar até à minha altura de pioneiro (14 aos 18 anos). Nessa altura tinha um grupo bastante unido. Juntávamo-nos não só nos escuteiros mas também nos cafés ou na noite, acima de tudo éramos bons amigos e tudo servia de pretexto para termos uma actividade de escuteiros.
Esta história refere-se a uma das passagens que tivemos (passagens é o nome que nós escuteiros damos à cerimonia que se faz todos os anos no início do ano escutista e que se destina à partida dos elementos mais velhos para a secção seguinte, ou seja, à despedida dos elementos mais velhos e às boas vindas dos mais novos).
Não me consigo recordar do ano em causa mas lembro-me que nesse ano não fizemos nada de especial. Fizemos uma pequena cerimónia na sede e depois pernoitamos na casa de um de nós em Condeixa. Casa essa que se encontrava completamente vazia e por isso mesmo a noite foi passada na conversa até às tantas da manhã.
Ora até aqui nada de especial e a parte gira da história chega com a altura de dormir.
Para não variar, dormimos todos no chão e todos juntos.
Do meu lado esquerdo tinha o capinha (para não variar), do lado direito uma menina (o nome da menina fica no segredo dos deus) e ao lado dela estava o João (grande amigo e que saudades tuas). Chega para cá, chega para lá e às páginas tantas já estava embrulhado com a dita menina. Beijos, mãos marotas e pouco mais que isso (não nos vamos esquecer que estávamos numa sala cheia de gente). O estranho era que por vezes ela virava-me as costas, pensei eu para me provocar. Voltava-se a virar para mim e lá começava os beijos e as mãos marotas até voltar a virar novamente as costas… isto continuou durante algum tempo até que numa das partes das mãos marotas começaram a aparecer mãos a mais llooll
Resumindo cada vez que ela me virava as costas era para fazer o mesmo com o João. Escusado será dizer que não íamos passar dos beijos, logo acabou a noite sozinha porque como bons amigos que somos ambos desistimos …
Esta foi a “famosa” noite em que eu e o João fomos “comidos” pela mesma miúda ao mesmo tempo e sem sabermos. llooll isto há cada um llooll
Até breve
Mário preto
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