Olá amigos seguidores e curiosos, cá estou eu para mais uma história.
No meio de muitas histórias e aventuras em Penela, a primeira que me vem à cabeça é sem dúvida o único dia da minha vida em que tive um blackout de memória e sinceramente não me lembro de nada entre a hora de almoço e a hora de jantar. O pouco de que vou falar são coisas que me contaram e algumas que tenho uma vaga ideia.
Tudo começa, como todos os dias começavam, a seguir ao pequeno-almoço no café dos mortos (nome dado porque o café ficava ao lado do cemitério). Este era sempre o nosso problema: havia dias em que entrávamos, tomávamos café e íamos para a escola, o grande stress era se um de nós se lembrava que era uma boa hora para beber e aí qual aulas qual quê já só íamos à escola para cravar uns trocos se nos faltasse a nota. Este dia foi diferente, eu tinha arranjado uns comprimidos muito interessantes que misturados com álcool, constava-se, davam uma moca enorme (como devem compreender não vou falar no nome dos comprimidos para não dar ideias aos mais novos). Lembro-me que ao todo tinha 5 comprimidos, tomei um e bebi uma cerveja. Comigo estavam o Beto e o Noca (nomes fictícios) e cada um deles tomou um também. A verdade é que passado meia hora eles estavam muito pedrados e eu parecia que não tinha tomado nada. Mais uma cerveja, mais um comprimido e moca nada. Bem... Farto de os ver a falarem bem daquilo e eu sem sentir efeito nenhum, toca a tomar o terceiro e último comprimido e mais uma cerveja. De seguida, e ainda sem moca, decidimos ir até ao bar da piscina. A partir daqui todas as recordações deste dia não passam de uma mistura de lembranças estranhas e sem sentido. Lembro-me que pelo caminho encontrámos a minha namorada, a Pulguita, que foi connosco para o bar. Ao chegarmos, começámos logo nas canecas de cerveja e cheira-me que foi isso que fez com que o efeito dos comprimidos se sentisse. No bar da piscina não me lembro sequer de ter acabado de beber a primeira caneca; não me lembro da hora de almoço e a recordação que tenho a seguir é de estar no Baco Bar, no fim de almoço, a ter uma discussão estúpida, que nem o tema me lembro, com a Pulga e a Lúcia. Depois lembro-me de estar nas traseiras do castelo na má vida com a Pulga e de me ter virado para ela e ter dito para irmos embora que estava a começar a chover. Só para que fique registado estava um calor enorme e pelo que ela me disse no dia a seguir eu nem o orgasmo atingi, simplesmente vesti-me e fomos embora. Depois disso, lembro-me de serem umas 10 da noite e estar dentro do chuveiro vestido a tomar banho de água fria com o Beto a agarrar-me para não sair. Foi aí que tudo passou e que fiquei chocado por não me lembrar de nem um terço do que se passou. O dia seguinte foi um dia de descobertas, passei o dia todo a ouvir histórias estranhas sobre mim que mais parecia que estavam a falar de outra pessoa. Certo é que foi uma experiência para nunca mais repetir, por mais que me dissessem que a culpa foi minha devido ao excesso de comprimidos e de álcool. Comprimidos e álcool nunca mais, isso vos garanto…
Beijos e abraços para todos.
P.S: Um muito especial para os que fizeram parte deste dia. Pessoas que já não vejo aos anos e que me marcaram e muito. Obrigado Beto que saudades tuas, Noca tas lá e Pulga obrigado e desculpa por tudo o que te fiz passar…
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Residência de estudantes em Penela
Olá amigos, seguidores e curiosos chegou a hora de vos começar a contar várias histórias sobre a minha estadia em Penela onde estive a morar numa residência para estudantes. Foram 2 anos em que praticamente só ia a casa ao fim-de-semana e mal estava com os meus pais, mas também foram 2 anos em que cresci muito. Novas experiências, novos amigos, muita independência e boas aventuras. Para começar, vou situar este período no tempo e também falar um pouco sobre as regras, os horários e os castigos para tentarem compreender o espírito que se vivia entre os colegas da residência. Para quem nunca passou numa experiência deste género e para aqueles que já ouviram falar mas não conhecem a vida numa residência aqui fica uma breve explicação de como era a nossa vida naquela altura.
Havia várias regras que tínhamos de cumprir rigorosamente, a falta de cumprimento levava a castigos. Umas das principais regras, e a que nos custava mais entender, era a que estávamos lá para estudar, ou seja, tínhamos de tirar boas notas senão éramos punidos com trabalho na cozinha (lavar e secar a louça). Já para não falar que a directora da residência era a presidente do conselho directivo da escola logo nada lhe escapava, uma falta, um mau comportamento e uma má nota era motivo para castigo. Outra regra era os horários que tínhamos de cumprir e aqui fica o pouco que me lembro acerca disso:
Despertar: 8h00
Pequeno-almoço: 08h30
Primeira aula: 9h30
Fim das aulas: 17h10
Lanche: 17h30
Hora de estudo: 18h00
Jantar: 19h00
Recolher: 21h00
Silêncio: 21h30
Bem agora que me lembro disto lembro-me também que primeiro que conseguisse habituar-me a estes horários foi preciso muito e cá para nós que ninguém nos ouve acho que nunca me habituei ;-).
A acrescentar a isto tenho que dizer que também tínhamos um dia por semana, escolhido por nós, em que os alunos mais velhos podiam ficar acordados até à meia-noite a ver um filme. Nesta altura a SIC passava, à segunda-feira, um filme e escusado será dizer que nunca acabava antes da uma da manhã, ou seja, a carrada de filmes que não vi o fim llooll
Um dos castigos que mais nos custava era ficar fechado no quarto depois da hora de jantar. Este castigo só se aplicava quando as coisas que fazíamos eram muito graves ou então quando já tínhamos os dias todos até ao final do ano ocupados na cozinha.
Bem e assim fica explicado como funcionavam as coisas na residência agora já posso contar algumas histórias e todos irão perceber o espírito da coisa ;-)
Beijinhos e abraços até breve…
Havia várias regras que tínhamos de cumprir rigorosamente, a falta de cumprimento levava a castigos. Umas das principais regras, e a que nos custava mais entender, era a que estávamos lá para estudar, ou seja, tínhamos de tirar boas notas senão éramos punidos com trabalho na cozinha (lavar e secar a louça). Já para não falar que a directora da residência era a presidente do conselho directivo da escola logo nada lhe escapava, uma falta, um mau comportamento e uma má nota era motivo para castigo. Outra regra era os horários que tínhamos de cumprir e aqui fica o pouco que me lembro acerca disso:
Despertar: 8h00
Pequeno-almoço: 08h30
Primeira aula: 9h30
Fim das aulas: 17h10
Lanche: 17h30
Hora de estudo: 18h00
Jantar: 19h00
Recolher: 21h00
Silêncio: 21h30
Bem agora que me lembro disto lembro-me também que primeiro que conseguisse habituar-me a estes horários foi preciso muito e cá para nós que ninguém nos ouve acho que nunca me habituei ;-).
A acrescentar a isto tenho que dizer que também tínhamos um dia por semana, escolhido por nós, em que os alunos mais velhos podiam ficar acordados até à meia-noite a ver um filme. Nesta altura a SIC passava, à segunda-feira, um filme e escusado será dizer que nunca acabava antes da uma da manhã, ou seja, a carrada de filmes que não vi o fim llooll
Um dos castigos que mais nos custava era ficar fechado no quarto depois da hora de jantar. Este castigo só se aplicava quando as coisas que fazíamos eram muito graves ou então quando já tínhamos os dias todos até ao final do ano ocupados na cozinha.
Bem e assim fica explicado como funcionavam as coisas na residência agora já posso contar algumas histórias e todos irão perceber o espírito da coisa ;-)
Beijinhos e abraços até breve…
domingo, 3 de janeiro de 2010
Uma passagem de ano memorável…
Pois é, vou aproveitar as épocas festivas para falar de uma passagem de ano estranha, divertida e que acaba com uma violação… leram bem violação llooll porque fui basicamente isso que aconteceu. Tinha acabado de fazer 14 anos e como nessa altura quase sempre saia com as minhas manas ou melhor com a mais nova e a mais velha. Como as minhas irmãs andavam muito viradas para os lados de Alcouce começamos a noite a jantar no salão de festas da terra, escusado será dizer que o que se bebeu ao jantar foi vinho tinto carrascão ;-) maravilha para um puto ficar logo KO llooll… depois seguimos para a Lousã mais precisamente para a discoteca Padaria que frequentávamos nessa altura. A viagem para a Lousã é sempre muito interessante, curva contra curva o que significa que depois de um jantar bem regado tínhamos de parar em quase todas as curvas para eu poder virar o barco e claro que o ir deitado ao colo de 3 pessoas no banco de trás também não ajudava muito mas com um peugeot 205 não podíamos pedir muito :-)
Chegada à discoteca, eu nem consegui pensar em beber álcool nada de nada mesmo, só o cheiro deixava-me logo enjoado, mas como a música era boa até se passou uma noite engraçada. O fim da noite é que foi mais divertido e estranho ao mesmo tempo. No meio de tanta gente que conhecíamos encontrámos uma amiga da minha mana mais velha que acabou por se colar a nós e nos cravar boleia ate Condeixa. Bem e aqui começa a parte engraçada da história, antes de mais lembrem-se que tinha 14 anos llooll. Ao chegarmos a Condeixa ela cravou dormida para ela e para a irmã dela o que, como pessoas prestáveis que somos, dissemos logo que sim. Para não variar muito eu fui o último a me ir deitar porque ficava sempre na sala a fumar uns cigarros e a ver Tv até tarde. Quando cheguei ao meu quarto qual o meu espanto quando deparo com a irmã da miúda na minha cama já deitada e tapada. Na minha inocência (14anos não esquecer) disse: vou dormir para a sala. Ao que ela respondeu que não era preciso que cabíamos os dois. E nessa altura abre os cobertores e a vejo só de cuecas e pouco mais llooll (atenção aos 14 anos). Bem na minha santa inocência deitei-me ao lado dela tipo múmia muito quieto e com as mãos no peito tipo morto. É escusado dizer que fui atacado e violado o resto da noite e assim perdi a minha virgindade aos 14 anos com uma mulher de 23. Bem o resto dos pormenores são engraçados mas como ia ficar com a minha reputação manchada vale mais nem tentar contar ;)
Chegada à discoteca, eu nem consegui pensar em beber álcool nada de nada mesmo, só o cheiro deixava-me logo enjoado, mas como a música era boa até se passou uma noite engraçada. O fim da noite é que foi mais divertido e estranho ao mesmo tempo. No meio de tanta gente que conhecíamos encontrámos uma amiga da minha mana mais velha que acabou por se colar a nós e nos cravar boleia ate Condeixa. Bem e aqui começa a parte engraçada da história, antes de mais lembrem-se que tinha 14 anos llooll. Ao chegarmos a Condeixa ela cravou dormida para ela e para a irmã dela o que, como pessoas prestáveis que somos, dissemos logo que sim. Para não variar muito eu fui o último a me ir deitar porque ficava sempre na sala a fumar uns cigarros e a ver Tv até tarde. Quando cheguei ao meu quarto qual o meu espanto quando deparo com a irmã da miúda na minha cama já deitada e tapada. Na minha inocência (14anos não esquecer) disse: vou dormir para a sala. Ao que ela respondeu que não era preciso que cabíamos os dois. E nessa altura abre os cobertores e a vejo só de cuecas e pouco mais llooll (atenção aos 14 anos). Bem na minha santa inocência deitei-me ao lado dela tipo múmia muito quieto e com as mãos no peito tipo morto. É escusado dizer que fui atacado e violado o resto da noite e assim perdi a minha virgindade aos 14 anos com uma mulher de 23. Bem o resto dos pormenores são engraçados mas como ia ficar com a minha reputação manchada vale mais nem tentar contar ;)
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